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Guaíba tem primeiro caso confirmado de Varíola dos Macacos; entenda a doença

🏥 Saúde

Guaíba tem primeiro caso confirmado de Varíola dos Macacos; entenda a doença

Segundo Secretaria de Saúde da cidade, paciente não precisou de hospitalização.

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Foi identificado o primeiro caso de Monkeypox em Guaíba. A confirmação veio através de nota oficial da Secretaria de Saúde da cidade na sexta-feira (18). Segundo o órgão, o paciente infectado está estável, não necessitando de internação hospitalar, e segue cumprindo isolamento domiciliar até o desaparecimento total das lesões. 

A Varíola dos Macacos não tem, na maioria dos casos, consequências graves. No entanto, o melhor caminho é o esclarecimento e a prevenção. Trata-se de uma doença viral em que a transmissão pode ocorrer por meio do contato com o humano infectado. Destaca-se que os macacos não são reservatórios do vírus da varíola, ou seja, os animais são tão contaminados quanto os humanos, não sendo os responsáveis pelo vírus.

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A transmissão entre humanos pode ocorrer com o contato direto com secreções respiratórias, lesões de pele ou fluidos corporais de uma pessoa infectada. A infecção também se dá a partir do contato com superfícies ou objetos recentemente contaminados. Os principais sintomas são febre e erupção cutânea, mas as pessoas também podem apresentar calafrios e linfadenopatia - inchaço em pequenas glândulas, especialmente em regiões perto do pescoço.

O período febril tem duração de cerca de 5 dias. Conforme a febre reduz, as lesões na pele começam a aparecer. Inicialmente, é uma lesão avermelhada, que se eleva e vira uma bolha com presença de líquido incolor, que com o passar dos dias, passa a ter o tom mais amarelado e evolui para um processo de cicatrização, virando uma crosta e depois se rompe da pele.

Não há paciente totalmente assintomático. Todas as pessoas contaminadas desenvolvem as lesões na pele. As lesões na pele duram de duas a quatro semanas. Casos graves ocorrem com mais frequência entre crianças e pessoas imunossuprimidas e estão relacionados ao estado de saúde do paciente e à natureza das complicações.

É recomendado que evite contato com pessoas com diagnóstico positivo e higienizar bem as mãos. Não compartilhar alimentos, objetos de uso pessoal, talheres, pratos, copos, toalhas ou roupas de cama. Entretanto, estes itens poderão ser reutilizados após higienização com detergente comum.

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FONTE/CRÉDITOS (IMAGEM DE CAPA): WireStock / FreePik
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