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Sexta-feira, 05 de Dezembro de 2025

🚔 Segurança e Justiça

Suspeito de torturar e assassinar jovem de 24 anos em Caruaru afirma que crime foi encomendado pela mãe da vítima por herança

Allani Rayane Santos foi amarrada e agredida com inchaço de jardim e faca. O assassinato teria sido motivado pela disputa por imóveis e dinheiro. Polícia Civil lavra auto de prisão em flagrante contra a mãe e o companheiro.

TVGO - Redação
Por TVGO - Redação
Suspeito de torturar e assassinar jovem de 24 anos em Caruaru afirma que crime foi encomendado pela mãe da vítima por herança
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Um crime brutal chocou Caruaru, no Agreste de Pernambuco. O suspeito de torturar e assassinar Allani Rayane Santos, de 24 anos, disse em depoimento à Polícia Civil que o crime, ocorrido na segunda-feira (18), foi encomendado pela mãe da vítima, com quem ele mantinha um relacionamento amoroso.

A motivação por trás do assassinato seria uma herança deixada pelo avô da jovem.

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Disputa por Herança

De acordo com o delegado Eric Costa, que acompanha o caso, o suspeito alegou que a mãe de Allani desejava ter acesso à herança que a filha recebeu, que incluía imóveis e uma quantia em dinheiro.

“Trata-se de uma herança que ela recebeu do avô materno e de imóveis que pertenciam tanto à vítima quanto à mãe. Eles também estavam sendo objeto de disputa”, complementou o delegado.

A Tortura e o Assasssinato

O delegado descreveu a crueldade do crime. Allani foi amarrada a uma cadeira em um quarto e torturada.

O suspeito a obrigava a realizar transações financeiras para a conta da companheira. Após a recusa em repassar o dinheiro, a jovem foi esfaqueada e agredida, resultando em um afundamento de um dos olhos.

“O suspeito utilizou uma inchadinha de jardim para cometer o crime e uma faca. A gente está tentando localizar esses objetos”, afirmou Eric Costa.

Diante dos depoimentos e evidências, a Polícia Civil está lavrando o auto de prisão em flagrante contra o suspeito e a mãe da vítima. O crime aconteceu no Residencial Neusa Garcia. A residência foi isolada para os trabalhos do Instituto de Criminalística (IC), e o corpo foi recolhido pelo Instituto de Medicina Legal (IML).

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