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Stellarium: a Arte como um olhar sobre a beleza e a natureza do mundo

Foi através da representação da Árvore da Vida que pude me inspirar e desenvolver a primeira série de esculturas

Em primeiro momento, eu gostaria de apresentar a vocês um trabalho que recentemente realizei e comecei a divulgar durante o mês de agosto de 2020, acompanhado de algumas linhas de reflexões que me inspiram muito na compreensão desta realidade que nos anima. Pois, de fato, não podemos falar de Arte sem falar de realidade, sem questioná-la sobre suas causas, descascá-la com o único objetivo de cultivá-la como quisermos, em busca de um ideal coletivo mais forte e superior.

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Este projeto aqui apresentado e intitulado Stellarium é um novo passo na minha carreira como artista. Há muito, trabalho com desenho e fotografia como meio, mas queria alcançar algo diferente e ir além da minha zona de conforto, e desta maneira eu pude, a cada dia, me aproximar da ideia que eu me fazia de Stellarium, como uma série de esculturas flutuantes impregnadas de um tom espiritual, se assim posso dizer.

Efetivamente, a quarentena permitiu dedicar-me mais às minhas meditações, ao meu trabalho manual, a comunicar-me com a minha alma, animado pelo desejo ardente de materializar algo, de transmitir-vos este diálogo interior reproduzindo os meus sentimentos em busca de uma Arte que me permitisse testemunhar a natureza desta comunicação, em ligação com uma beleza de um ponto de vista mais teológico e substancial, prestando assim homenagem à Luz, à Natureza Viva e à bela sinfonia das esferas, que em seu movimento perpétuo expandem o fôlego da vida.

Pois é, em um mundo tão abundante como o nosso, cheio em ideias e materialismo, como pode ser particularmente difícil e desafiador, para não dizer ambicioso, procurar novas formas e novos símbolos para projetar! No entanto, foi através da representação da Árvore da Vida, e no meu próprio contato com a Natureza Viva, que eu pude me inspirar e desenvolver esta primeira série de esculturas, Stellarium, canalizadas com o objetivo de nos lembrar o mundo sutil dos céus, trazendo a imaginação para a vida ao tentar abraçar os interesses sublimes da beleza que me fascina além das palavras. Deixo-vos descobrir estas imagens e saibam que isto me enche de alegria a ideia de poder partilhar convosco esta contemplação.

Crédito fotográfico: © Stellarium, as arvores celestiais de Guillaume Sébastien Petit, www.giompetitart.com

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Veiculação de conteúdo: Guaíba Online não responde ou emite julgamento de valor sobre a opinião de seus colunistas. Os colaboradores são autores independentes convidados pelo portal. As visões de colunistas podem não refletir necessariamente as mesmas da plataforma Guaíba Online.

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Stellarium: a Arte como um olhar sobre a beleza e a natureza do mundo

Em primeiro momento, eu gostaria de apresentar a vocês um trabalho que recentemente realizei e comecei a divulgar durante o mês de agosto de 2020, acompanhado de algumas linhas de reflexões que me inspiram muito na compreensão desta realidade que nos anima. Pois, de fato, não podemos falar de Arte sem falar de realidade, sem questioná-la sobre suas causas, descascá-la com o único objetivo de cultivá-la como quisermos, em busca de um ideal coletivo mais forte e superior.

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Este projeto aqui apresentado e intitulado Stellarium é um novo passo na minha carreira como artista. Há muito, trabalho com desenho e fotografia como meio, mas queria alcançar algo diferente e ir além da minha zona de conforto, e desta maneira eu pude, a cada dia, me aproximar da ideia que eu me fazia de Stellarium, como uma série de esculturas flutuantes impregnadas de um tom espiritual, se assim posso dizer.

Efetivamente, a quarentena permitiu dedicar-me mais às minhas meditações, ao meu trabalho manual, a comunicar-me com a minha alma, animado pelo desejo ardente de materializar algo, de transmitir-vos este diálogo interior reproduzindo os meus sentimentos em busca de uma Arte que me permitisse testemunhar a natureza desta comunicação, em ligação com uma beleza de um ponto de vista mais teológico e substancial, prestando assim homenagem à Luz, à Natureza Viva e à bela sinfonia das esferas, que em seu movimento perpétuo expandem o fôlego da vida.

Pois é, em um mundo tão abundante como o nosso, cheio em ideias e materialismo, como pode ser particularmente difícil e desafiador, para não dizer ambicioso, procurar novas formas e novos símbolos para projetar! No entanto, foi através da representação da Árvore da Vida, e no meu próprio contato com a Natureza Viva, que eu pude me inspirar e desenvolver esta primeira série de esculturas, Stellarium, canalizadas com o objetivo de nos lembrar o mundo sutil dos céus, trazendo a imaginação para a vida ao tentar abraçar os interesses sublimes da beleza que me fascina além das palavras. Deixo-vos descobrir estas imagens e saibam que isto me enche de alegria a ideia de poder partilhar convosco esta contemplação.

Crédito fotográfico: © Stellarium, as arvores celestiais de Guillaume Sébastien Petit, www.giompetitart.com

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