Um homem de 64 anos permanece internado após ter sido atropelado enquanto caminhava pela calçada com um cachorro, na manhã de sábado (17), em Santa Maria, na Região Central do Rio Grande do Sul. O acidente ocorreu por volta das 7h40, na Rua Euclides da Cunha, e foi registrado por câmeras de segurança instaladas em um prédio próximo ao local.
De acordo com informações da Brigada Militar, a vítima, identificada como Alcione Ottonelli Pithan, foi atingida quando um veículo saiu da pista de rolamento e invadiu a calçada. As imagens mostram o pedestre caminhando normalmente quando o automóvel atinge a área destinada aos pedestres e colide com ele. Com o impacto, o homem foi lançado ao solo. O cachorro não teve ferimentos graves.
O homem foi socorrido e encaminhado ao Complexo Hospitalar Astrogildo de Azevedo, onde segue internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Conforme relato de familiares, ele apresenta múltiplas fraturas e seu estado de saúde é considerado grave.
Inicialmente, o boletim de ocorrência elaborado pela Brigada Militar indicava que a vítima estaria atravessando a via no momento do atropelamento. No entanto, a análise das imagens de videomonitoramento confirmou que o homem se encontrava sobre a calçada quando foi atingido pelo veículo.
Segundo a Brigada Militar, o motorista envolvido no acidente não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Ele foi submetido ao teste do etilômetro, que apresentou resultado negativo para ingestão de álcool. Durante o atendimento da ocorrência, o condutor apresentou um mal-súbito e precisou receber atendimento médico.
Moradores da Rua Euclides da Cunha relataram à polícia que a circulação de veículos em velocidade elevada é recorrente no trecho onde ocorreu o atropelamento. Essas informações serão consideradas no andamento da investigação.
O delegado regional da Polícia Civil, Sandro Meinerz, informou que testemunhas serão ouvidas e que as imagens das câmeras de segurança passarão por perícia. O objetivo é esclarecer todas as circunstâncias do acidente, incluindo a dinâmica do fato e a possibilidade de excesso de velocidade. O caso segue sob investigação.
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