Brasil assume 2º lugar mundial em número de jatinhos executivos
O Brasil alcançou a vice-liderança global na aviação executiva, com um total de 1.033 jatinhos registrados, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. O crescimento expressivo — 43% em uma década — reflete a expansão do agronegócio, setor que já representa 27% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional.

Esse avanço coloca o país como referência no uso de aeronaves particulares para negócios e transporte de alto padrão. Para integrar esse grupo seleto, é preciso mais do que vontade: a renda média dos proprietários gira em torno de US$ 8 milhões, e os jatos podem chegar a custar até US$ 110 milhões.

A tendência aponta para uma aviação cada vez mais voltada à mobilidade exclusiva, com empresários do agro e do setor financeiro entre os principais usuários dessas aeronaves de luxo.