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Sexta-feira, 23 de Janeiro 2026

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Guaíba terá uma das cidades provisórias do Governo Estadual

Nova estrutura deve ser equipada com diversas instalações para atender os desabrigados

Redação TVGO
Por Redação TVGO
Guaíba terá uma das cidades provisórias do Governo Estadual
Cesar Lopes / PMPA
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A cidade de Guaíba será uma das quatro cidades a receber uma das "cidades provisórias" anunciadas pelo vice-governador do Rio Grande do Sul, Gabriel Souza (MDB). O governo estadual está se mobilizando para construir estruturas temporárias para abrigar as vítimas das enchentes que devastaram várias regiões do estado, causando a morte de 151 pessoas e deixando 77 mil desabrigados.

Embora o local específico em Guaíba para a instalação da cidade provisória ainda não tenha sido definido, o anúncio deve ser feito em breve. A equipe do governo está em busca de uma área que não seja suscetível a inundações para garantir a segurança dos futuros moradores.

As cidades provisórias serão equipadas com diversas instalações para atender às necessidades básicas dos desabrigados. Entre as facilidades previstas estão espaços para crianças, áreas para pets, lavanderias coletivas, cozinhas comunitárias, dormitórios, banheiros e chuveiros. A segurança será reforçada em cooperação com as prefeituras locais.

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Além de Guaíba, Porto Alegre, Canoas e São Leopoldo também receberão essas estruturas temporárias. Em Porto Alegre, a cidade provisória será montada no Porto Seco; em Canoas, no Centro Olímpico Municipal; e em São Leopoldo, no Parque de Eventos. Esses municípios juntos abrigam cerca de 67% dos desabrigados, totalizando 51 mil pessoas.

O vice-governador Gabriel Souza destacou a urgência do projeto: "Temos pouco tempo para montar. Logo teremos o exaurimento de alguns locais. Na semana que vem, vamos iniciar a contratação. Até sexta, vamos ter o descritivo das estruturas temporárias necessárias."

Além das cidades provisórias, o governo também está promovendo o programa Aluguel Social, que custeará o aluguel de imóveis para parte dos desabrigados. A Secretaria de Desenvolvimento Social já aprovou o envio de recursos aos municípios para financiar este programa.

O vice-governador ressaltou a precariedade da atual situação dos abrigos e a necessidade de oferecer locais mais adequados para os desabrigados: "O atual modelo [de abrigos] está numa situação precária. As pessoas vão precisar de um lugar mais adequado. Um grupo vai para o Aluguel Social e outros voltarão para casa. Restará um percentual de pessoas que precisará de um lugar mais adequado para morar."

Com a implementação dessas medidas, o governo do Rio Grande do Sul busca mitigar os efeitos devastadores das enchentes e proporcionar condições dignas para as vítimas enquanto trabalham na reconstrução de suas vidas.

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