O laudo da exumação do cão conhecido como Orelha, que morreu no início de janeiro e gerou grande repercussão nas redes sociais, concluiu que o animal não apresentava fraturas ou lesões ósseas compatíveis com ação humana.
De acordo com a perícia realizada pela Polícia Científica, não foram encontrados indícios de agressões que tivessem causado danos estruturais aos ossos do animal.
Apesar disso, os peritos informaram que não foi possível determinar a causa exata da morte. O relatório destaca ainda que a ausência de fraturas não descarta totalmente a possibilidade de trauma na região da cabeça, que poderia ter sido fatal mesmo sem deixar marcas ósseas evidentes.
O caso ganhou ampla mobilização pública e gerou pedidos por esclarecimentos e justiça por parte de ativistas e defensores da causa animal. Com a divulgação do laudo, a investigação segue baseada nas análises técnicas produzidas pelos órgãos responsáveis.
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