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Segunda-feira, 17 de Agosto 2026
🚔 Segurança e Justiça

Mulher é morta a facadas dentro de supermercado em São Paulo; companheiro é preso suspeito do crime

Angelita Manoela Rodrigues, de 40 anos, foi atacada na zona norte da capital; segundo a polícia, suspeito também teria matado um dos cães do casal antes de seguir até o estabelecimento

TVGO - Redação
Por TVGO - Redação
Mulher é morta a facadas dentro de supermercado em São Paulo; companheiro é preso suspeito do crime
Foto: Reprodução
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Uma mulher de 40 anos foi morta a facadas dentro de um supermercado na Vila Morro Grande, na zona norte de São Paulo, neste domingo (16). A vítima foi identificada como Angelita Manoela Rodrigues. O companheiro dela, identificado como Lafaetty, foi preso em flagrante e é apontado pela Polícia Civil como suspeito do crime.

Segundo o registro da ocorrência, equipes do 18º BPM/M foram acionadas pelo Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) para atender a uma ocorrência inicialmente registrada como feminicídio. Ao chegarem ao supermercado, os policiais encontraram Angelita caída, com intenso sangramento.

Os agentes realizaram manobras de reanimação até a chegada do socorro. A vítima foi encaminhada ao Hospital Municipal da Brasilândia, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

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Suspeito foi localizado e preso

Após o ataque, Lafaetty foi localizado e detido pelos policiais. Ele foi encaminhado à 4ª Delegacia de Defesa da Mulher (4ª DDM), onde, conforme as informações registradas na ocorrência, teria confessado o crime.

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Ainda segundo o relato apresentado à polícia, antes de ir ao supermercado, o homem teria passado pela residência onde vivia com Angelita. O casal morava no local com dois cães.

Um dos animais, da raça pitbull, também teria sido ferido e morto pelo suspeito antes do ataque contra a companheira. A dinâmica e as circunstâncias envolvendo a morte do animal também fazem parte da apuração do caso.

Investigação

A prisão em flagrante foi ratificada pela autoridade policial, e o suspeito permaneceu à disposição da Justiça.

A investigação deverá esclarecer a dinâmica do ataque, a motivação do crime e as circunstâncias que antecederam a morte de Angelita. O caso é tratado pelas autoridades como feminicídio, modalidade de homicídio praticado contra uma mulher em contexto de violência doméstica ou por razões relacionadas à condição de gênero.

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O crime chama atenção pela violência do ataque e pela informação de que um dos animais da residência também teria sido morto antes da agressão contra a vítima.

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