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Segunda-feira, 27 de Julho 2026
🚔 Segurança e Justiça

Operação policial cumpre 11 ordens judiciais e prende suspeito por roubo de R$ 600 mil em joias na Capital

Investigação aponta participação de intermediário que teria levado assaltantes ao escritório; joias teriam sido comercializadas em Cachoeirinha

TVGO - Redação
Por TVGO - Redação
Operação policial cumpre 11 ordens judiciais e prende suspeito por roubo de R$ 600 mil em joias na Capital
Arquivo/Polícia Civil
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A Polícia Civil realizou, nesta quarta-feira (25), uma operação para investigar o roubo de joias avaliado em aproximadamente R$ 600 mil ocorrido em janeiro deste ano em um escritório localizado em Porto Alegre. A ação resultou na prisão temporária de um suspeito e no cumprimento de 10 mandados de busca e apreensão em bairros da zona norte da Capital e no município de Cachoeirinha.

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De acordo com a investigação, o crime aconteceu no dia 14 de janeiro, em um escritório situado na Rua Padre Chagas, no bairro Moinhos de Vento. Na ocasião, dois homens armados entraram no local, renderam funcionários e retiraram do cofre lingotes de ouro e joias que estavam sob responsabilidade judicial de um advogado vinculado ao estabelecimento.

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Segundo a Polícia Civil, o homem preso é investigado por ter atuado como facilitador da ação, sendo responsável por conduzir os autores do roubo até o endereço onde ocorreu o crime. O nome do detido não foi oficialmente divulgado pelas autoridades.

O delegado responsável pelo caso, Gustavo Pereira, da 3ª Delegacia de Polícia, informou que a principal linha investigativa considera a possibilidade de vazamento de informações sobre a existência das joias por parte de alguém que possuía conhecimento prévio do material armazenado no escritório.

Durante a operação, a polícia também cumpriu mandado de busca em uma joalheria localizada em Cachoeirinha. Conforme apurado pelos investigadores, parte dos objetos subtraídos teria sido destinada ao estabelecimento. A participação de outro possível articulador do crime segue sob apuração.

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Imagens de câmeras de segurança analisadas pela Polícia Civil registraram a chegada dos envolvidos ao local, a entrada no prédio e a saída após a ação criminosa. O material integra o conjunto de provas reunidas no inquérito policial, que permanece em andamento.

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