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Terça-feira, 26 de Maio 2026
🚔 Segurança e Justiça

Polícia Civil prende cirurgião plástico investigado por estupro de vulnerável em hospital de Canoas

Médico de 73 anos foi detido na sexta-feira (6) em Campo Bom; caso teria ocorrido durante atendimento a adolescente em novembro de 2025

TVGO - Redação
Por TVGO - Redação
Polícia Civil prende cirurgião plástico investigado por estupro de vulnerável em hospital de Canoas
Divulgação/Polícia Civil
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A Polícia Civil prendeu nesta sexta-feira (6) um cirurgião plástico de 73 anos suspeito de cometer estupro de vulnerável contra uma adolescente durante um atendimento no Hospital Nossa Senhora das Graças, instituição pública localizada em Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre.

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De acordo com a investigação, o episódio teria ocorrido em novembro de 2025, quando a jovem foi levada ao hospital pela mãe após sofrer um corte acidental no braço dentro de casa. No local, o médico teria se apresentado como responsável pelo atendimento e iniciado o procedimento.

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Segundo relato registrado pela polícia, durante o atendimento o suspeito teria feito comentários considerados inadequados sobre a aparência da paciente. Ainda conforme a apuração, ele teria tocado as pernas da adolescente, mesmo sem haver ferimentos nessa região, o que motivou a denúncia e a abertura do inquérito.

O delegado Maurício Barison, responsável pelo caso, informou que o médico já foi alvo de outras investigações por crimes semelhantes. Em 2021, ele chegou a ser preso por suspeitas de abusos cometidos no exercício da profissão e atualmente responde a dois processos judiciais envolvendo outras vítimas.

A prisão preventiva foi determinada pela Justiça, conforme a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). O homem foi localizado no bairro V, em Campo Bom, enquanto se deslocava para um consultório onde realizaria uma cirurgia estética.

A Polícia Civil informou ainda que o registro profissional do investigado está parcialmente suspenso pelo Conselho Federal de Medicina desde o episódio apurado, e que medidas judiciais anteriores já impunham restrições ao exercício da atividade médica.

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O inquérito segue em andamento para a conclusão das diligências.

Em nota, o Hospital Nossa Senhora das Graças declarou que repudia qualquer forma de crime ou violência e afirmou que o profissional não integra mais o quadro da instituição, além de informar que prestará apoio às autoridades sempre que solicitado.

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