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Segunda-feira, 25 de Maio 2026
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Curso passa a ser obrigatório para participação em cavalgadas oficiais em cinco municípios da Região Metropolitana

Medida aprovada pela 12ª Região Tradicionalista exige certificação com validade de dois anos para cavaleiros em eventos supervisionados

TVGO - Redação
Por TVGO - Redação
Curso passa a ser obrigatório para participação em cavalgadas oficiais em cinco municípios da Região Metropolitana
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A 12ª Região Tradicionalista aprovou a obrigatoriedade de formação específica para cavaleiros que desejarem participar de cavalgadas oficiais realizadas nos municípios de Canoas, Esteio, Sapucaia do Sul, São Leopoldo e Nova Santa Rita. A decisão foi tomada durante o Congresso Regional (Congregare), realizado no domingo (22), no CTG Independência Gaúcha, em Esteio.

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Com a nova regra, participantes deverão concluir o Curso de Formação de Cavaleiros (CFC) para integrar atividades organizadas sob supervisão do Departamento Regional de Cavalgadas. O certificado terá validade de dois anos e deverá ser apresentado sempre que solicitado pelos organizadores dos eventos. A ausência do comprovante poderá impedir a participação ou permanência nas programações oficiais.

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Segundo o texto aprovado, o curso será estruturado em módulos teóricos e práticos. Entre os conteúdos previstos estão aspectos históricos das cavalgadas, orientações sobre comportamento em eventos tradicionalistas, normas institucionais, organização de acampamentos, encilhas, condução de animais, equitação e práticas campeiras. Também estão incluídas noções de primeiros socorros e explicações sobre regulamentos e possíveis sanções em caso de descumprimento das regras.

A formação deverá contar com palestras, atividades práticas e encontros destinados à troca de experiências entre participantes. A certificação ficará registrada junto à secretaria regional responsável pela organização das cavalgadas.

A decisão provocou manifestações contrárias de integrantes do movimento tradicionalista. O ex-presidente da Ordem dos Cavaleiros do Rio Grande do Sul, Solon Silva, que participa de cavalgadas há 36 anos, criticou a exigência do curso como requisito obrigatório. Ele afirmou que a condução e a responsabilidade pelas atividades já cabem aos organizadores dos eventos e questionou a necessidade de uma certificação com prazo de validade determinado.

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O tradicionalista também apontou que a medida pode impactar a participação de cavaleiros que já possuem experiência nas atividades e levantou questionamentos sobre a elaboração das regras por parte das entidades organizadoras. As novas exigências passam a valer para eventos vinculados à estrutura regional tradicionalista, conforme deliberação aprovada no congresso.

FONTE/CRÉDITOS: Contém informações do G1

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