O Grupo de Escoteiros Santo Inácio de Loyola recebeu, no sábado (17), a visita das crianças e adolescentes do Grupo João Carlos Castro, de Camaquã. Foi o primeiro encontro das Alcateias do 10° Distrito, na Escola Teotônio Vilella, no bairro Bom Fim.
O escotismo tem objetivo de criar crianças e jovens melhores para sociedade, sabendo respeitar a pátria, a religião das pessoas, as diferenças e a família, pilares da entidade. A Juliana Lepper, por exemplo, é a responsável pela tropa sênior, de jovens, de 15 a 17 anos, que vão para o grupo para desafios pessoais e também físicos. "Eles se desafiam para ser um adulto melhor para sociedade e para encontrar seus próprios valores", conta.
Esse encontro teve a intenção de integrar mais os dois grupos. Em Camaquã, o João Carlos Castro, com dois anos de atividades, está cada vez maior para aprender o que a entidade pode oferecer. Para o chefe Dienes Ulguim, isso une o melhor de vários mundos, com troca de ideias e experiências que agrega ao trabalho. "Precisa-se de muitas horas para dizer o que é escotismo. O fundador Robert Baden-Powell, em 1907, pregou entre seus valores à honestidade e lealdade, em estar sempre disposto a ajudar o próximo", diz.
A chefe Carol Rocha está no escotismo há mais de 30 anos. Ela destaca que já teve no lugar desses escoteiros, que relembra a sua época: "É maravilhoso para a formação do caráter desses jovens". Além de aplicar suas atividades rotineiras, as organizadores colocam eles para fazer trabalhos voluntários: uma vez por mês participam do Sábado Solidário, ajudam no tradicional Galeto da APAE, fazem campanhas de combate ao mosquito da dengue e arrecadam caixas de leite para o Guaíba Sem Frestas.