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Terça-feira, 26 de Maio 2026
🚔 Segurança e Justiça

Mulher de 24 anos é morta a facadas em Tramandaí; companheiro é preso em flagrante

Crime ocorreu na manhã de domingo no bairro São Francisco; caso é investigado como feminicídio e eleva para nove o número de registros no RS em 2026

TVGO - Redação
Por TVGO - Redação
Mulher de 24 anos é morta a facadas em Tramandaí; companheiro é preso em flagrante
Reprodução/Redes sociais
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Uma mulher de 24 anos foi morta com golpes de faca no início da manhã deste domingo (25), em Tramandaí, no Litoral Norte do Rio Grande do Sul. A ocorrência foi registrada em uma residência localizada na Rua Rebouças, no bairro São Francisco. O companheiro da vítima foi preso em flagrante no local pela Brigada Militar.

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A vítima foi identificada como Leila Raquel Camargo Feltrin. De acordo com a Brigada Militar, policiais foram acionados por volta das 6h30min após moradores da região relatarem gritos vindos do imóvel. Ao chegarem ao endereço, os agentes encontraram a mulher já sem vida, com ferimentos causados por arma branca.

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Segundo informações da polícia, o suspeito, Wesley Samuel Schilling, de 25 anos, tentou fugir ao perceber a chegada das viaturas, utilizando o telhado da residência e pátios vizinhos. Durante a tentativa de fuga, ele sofreu cortes e escoriações. Com o apoio de outras guarnições, o homem foi localizado e detido. Conforme a Brigada Militar, ele possui antecedente policial por ameaça.

No interior da casa estavam duas crianças, filhas da vítima, com idades de dois e cinco anos. O Conselho Tutelar foi acionado e adotou as providências para a proteção e o encaminhamento das menores.

O suspeito foi conduzido a uma unidade de saúde para atendimento médico e, posteriormente, apresentado na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA). A Polícia Civil informou que o caso é tratado como feminicídio. A área foi isolada para o trabalho do Instituto-Geral de Perícias (IGP), e a investigação ficou a cargo da Polícia Civil.

Conforme a Delegacia de Polícia de Tramandaí, vizinhos relataram discussões frequentes entre o casal. Não havia registro formal de ocorrência por parte da vítima, embora a Brigada Militar já tivesse sido acionada anteriormente em situação envolvendo o casal.

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Com este episódio, o Rio Grande do Sul chega ao nono caso de feminicídio registrado em 2026. Na madrugada de sábado (24), uma mulher de 30 anos foi morta a facadas em uma residência no bairro Santo Afonso, em Novo Hamburgo. O companheiro da vítima é apontado como principal suspeito nesse caso, segundo a Polícia Civil.

Se você está passando por situação de violência, ou conhece alguém que esteja, saiba onde buscar ajuda:

Onde e como buscar apoio
Casos de violência sexual podem ser denunciados de forma presencial, telefônica ou online. Há diferentes canais à disposição da população para acolhimento, registro e encaminhamento das vítimas:

Brigada Militar – 190
Em situações de emergência, o número 190 pode ser acionado a qualquer hora, todos os dias da semana. O atendimento é gratuito e disponível em todo o território do estado.

Polícia Civil
A recomendação é procurar diretamente uma Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher. Caso não exista uma unidade específica no município, qualquer delegacia está apta a registrar o boletim de ocorrência e encaminhar pedidos de medidas protetivas.

Delegacia da Mulher de Porto Alegre
Endereço: Rua Professor Freitas e Castro, Palácio da Polícia, bairro Azenha.
Contatos: (51) 3288-2173, 3288-2327, 3288-2172 ou disque 197.

Delegacia Online
Também é possível registrar ocorrências pela internet, por meio da plataforma da Delegacia Online do RS, que permite encaminhar denúncias e solicitar medidas protetivas sem a necessidade de deslocamento físico.

Central de Atendimento à Mulher – Disque 180
Disponível 24 horas por dia, o serviço oferece acolhimento, orientações e encaminhamento para a rede de proteção em todo o território nacional. A ligação é gratuita e pode ser feita de forma anônima.

Defensoria Pública – 0800 644 5556
O órgão fornece apoio jurídico gratuito e orientação sobre direitos das vítimas. O contato pode ser feito por telefone ou diretamente nas unidades da Defensoria mais próximas.

Atendimento em Guaíba
O município conta com o Centro de Referência de Atendimento à Mulher Jussara Brito (CRAM), que oferece apoio psicológico, jurídico e social.
Endereço: Rua Santa Catarina, 81, Centro.

Não hesite em buscar ajuda. Existem redes de apoio preparadas para acolher e proteger você.

 

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