João Pedro Lamana Paiva, que está à frente dos negócios estratégicos do Inter, providencia detalhes de uma pesquisa entre os colorados. A partir dos dados recolhidos, ele quer estruturar a ideia da arrecadação entre os sócios para financiar o começo das obras do CT de Guaíba. A pesquisa medirá a viabilidade da campanha de arrecadação, que é o plano principal. O outro plano seria buscar investidores ou disputar recursos da Lei de Incentivo ao Esporte, previstos no orçamento da União.
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Todo processo legal está pronto para iniciar a construção, porém falta ao clube o dinheiro. O projeto de lei do governador Eduardo Leite que dá posse da área ao clube foi aprovado, a Prefeitura de Guaíba emitiu a escritura e as licenças ambientais estão ok.
Para levantar o valor necessário, o diretor Lamana calcula um fluxo de R$ 2 milhões mensais para as obras do CT, através de parcelas extras entre R$ 20 e R$ 50 dos sócios que desejarem aderir ao programa. O acréscimo nas mensalidades poderá bancar pelo menos a primeira fase do projeto, com os campos e estrutura mínima para treinos. A base de 125 mil sócios varia para cima ou para baixo conforme o momento, mas tem se mantido relativamente estável durante o período de pandemia.
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