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Sexta-feira, 14 de Agosto 2026
🏥 Saúde

Bebê de 45 dias morre após atendimento em hospital de Camboriú; prefeitura apura possível divergência na medicação

Prontuário indica que quantidade de medicamentos administrada teria sido superior à prescrita; Secretaria de Saúde ainda não confirmou relação entre o procedimento e a morte.

TVGO - Redação
Por TVGO - Redação
Bebê de 45 dias morre após atendimento em hospital de Camboriú; prefeitura apura possível divergência na medicação
Foto: Reprodução
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Um bebê de 45 dias morreu após ser atendido no Hospital Cirúrgico Camboriú (HCC), em Camboriú, no Litoral Norte de Santa Catarina, nesta quarta-feira (12). O caso está sendo apurado pela Secretaria Municipal de Saúde após registros no prontuário indicarem uma possível divergência entre a quantidade de medicamentos prescrita e a que teria sido administrada à criança.

Segundo as informações divulgadas pela Prefeitura, o bebê chegou à unidade hospitalar apresentando reação alérgica e saturação de oxigênio de 78%, índice considerado baixo.

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Durante o atendimento, a mãe relatou que percebeu uma mudança na coloração da pele do bebê, que teria ficado arroxeada após a administração dos medicamentos.

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Prontuário aponta possível divergência

A apuração foi aberta depois que os registros do prontuário indicaram que uma quantidade de medicamentos superior à prescrita teria sido administrada durante o atendimento.

A situação levantou questionamentos sobre os procedimentos adotados pela equipe que atendeu a criança. A Secretaria de Saúde deverá analisar os registros médicos, os medicamentos utilizados e a sequência dos procedimentos realizados no hospital.

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Apesar da divergência identificada no prontuário, a Prefeitura afirma que ainda não existe uma conclusão técnica que estabeleça relação entre a quantidade de medicamento administrada e a morte do bebê.

Investigação deverá esclarecer o caso

A apuração deverá verificar se houve erro na administração dos medicamentos e quais fatores contribuíram para a evolução do quadro clínico da criança.

Neste momento, portanto, não é possível afirmar que a divergência na medicação tenha provocado a morte. A eventual responsabilidade somente poderá ser definida após a conclusão das análises técnicas e dos demais procedimentos de investigação.

O caso deverá ser acompanhado pelas autoridades responsáveis, que poderão esclarecer as circunstâncias do atendimento e da morte da criança.

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