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Sábado, 24 de Janeiro 2026

🚔 Segurança e Justiça

Homem é preso em Guaíba por aplicar golpes com nomes do presidente do STF e governador Leite

Ele assinou TV paga, no bairro Florida, em nome de Dias Toffoli

Redação TVGO
Por Redação TVGO
Homem é preso em Guaíba por aplicar golpes com nomes do presidente do STF e governador Leite
Polícia Civil / Divulgação
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Um homem de 53 anos, investigado por aplicar golpes no Rio Grande do Sul, foi preso em flagrante pela Polícia Civil na manhã desta quarta-feira (24), em Guaíba. Ele instalou TV por assinatura em endereço, no bairro Florida, no nome do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli. Ainda comprou suplementos alimentares, de forma parcelada, gerando os boletos em nome  do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite.

O estelionatário teve acesso a documentos de mais de 30 autoridades e obteve cartões de crédito, fez compras e adquiriu planos de TV e odontológicos.Segundo o delegado Luciano Peringer, o nome ainda não pode ser divulgado porque a investigação continua. Outros suspeitos de participar dos golpes estão sendo procurados.

Foram encontradas faturas em nome do ex-deputado Eduardo Cunha — preso durante investigação da Operação Lava-Jato. Também foi apreendido um cartão em nome do prefeito de Canoas, Luiz Carlos Busato. Havia ainda contratos de TV por assinatura em nome do deputado federal Alceu Moreira (MDB) e do deputado estadual Edson Brum (MDB), ambos do Rio Grande do Sul, do deputado federal Valdemar Costa Neto (PL), de São Paulo, e de uma delegada da Polícia Federal. Edson Brum disse que uma empresa entrou em contato o cobrando pagamento pela compra de cápsulas de Ômega 3.

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O delegado Luciano Peringer está apurando como o estelionatário conseguia documentos das vítimas, mas afirma que ele também usava, em alguns casos, documentação falsa. Quanto aos cartões de crédito, o delegado acredita que o preso os usava para fazer compras e não pagar pelos serviços ou produtos adquiridos.

O investigado tem antecedentes criminais e vai responder por estelionato, falsidade ideológica e uso de documentos falsos. A investigação de três meses é da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra o Patrimônio das Concessionárias e os Serviços Delegados do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic). As informações são do site GaúchaZH.

 

 

 

 

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