Na noite de ontem (data não informada), Israel lançou uma ofensiva aérea inédita contra o Irã, intensificando drasticamente as tensões no Oriente Médio. O ataque teve como alvo instalações nucleares e centros de mísseis balísticos em Teerã e arredores, incluindo a base de Natanz — considerada o epicentro do programa de enriquecimento de urânio do Irã.

Ao menos seis bases militares foram atingidas, e um dos principais alvos, o general Hossein Salami — chefe da Guarda Revolucionária Islâmica —, foi morto durante os bombardeios. Salami era considerado uma das figuras mais influentes do alto escalão militar iraniano.
Logo após a ação, o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu fez um pronunciamento oficial em que justificou os ataques como uma resposta à ameaça existencial representada pelo avanço do programa nuclear iraniano. Segundo ele, a ofensiva visa impedir ou adiar a produção de bombas atômicas por parte do Irã.
“Hoje, o Estado judeu se recusa a ser vítima de um Holocausto nuclear perpetrado pelo regime iraniano”, declarou Netanyahu.
Ele também afirmou que os ataques continuarão “por quantos dias forem necessários”, até que a ameaça seja neutralizada.

O Irã, que possui o segundo maior efetivo militar do Oriente Médio e um orçamento de defesa de US$ 44 bilhões (dados de 2022), ainda não se pronunciou oficialmente sobre possíveis retaliações. A comunidade internacional acompanha o desdobramento com grande preocupação, temendo uma guerra em larga escala.