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Sexta-feira, 16 de Janeiro 2026

🚔 Segurança e Justiça

Julgamento de homem acusado de matar os quatro filhos começa nesta terça em Alvorada

Crime ocorreu em 2022; réu responde por homicídio triplamente qualificado e permanece preso desde a data dos fatos

Redação TVGO
Por Redação TVGO
Julgamento de homem acusado de matar os quatro filhos começa nesta terça em Alvorada
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Começou na terça-feira (13) o julgamento de David da Silva Lemos, acusado de matar os quatro filhos em Alvorada, na Região Metropolitana de Porto Alegre. O caso ocorreu em dezembro de 2022. O réu responde por homicídio triplamente qualificado e está preso desde a data dos fatos.

O júri será realizado no fórum do município e começou às 9h. A sessão será conduzida pelo juiz Marcos Henrique Reichelt, da 1ª Vara Criminal Especializada em Júri da Comarca de Alvorada.

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Estão previstas as oitivas de onze testemunhas, sendo três indicadas pela acusação, quatro pela defesa e outras quatro por ambas as partes. Após as oitivas, será feito o interrogatório do réu. A estimativa é de que o julgamento se estenda por três dias. A Defensoria Pública, que representa o acusado, informou que só irá se manifestar durante a sessão do júri.

As vítimas foram quatro crianças: Yasmin, de 11 anos; Donavan, de 8; Giovanna, de 6; e Kimberlly, de 3. Elas foram encontradas mortas na residência em que estavam com o pai, por volta das 19h30 do dia 13 de dezembro de 2022. Segundo informações da investigação, três apresentavam ferimentos provocados por arma branca e uma apresentava sinais de asfixia.

De acordo com o Ministério Público, os homicídios foram praticados contra menores de 14 anos e ocorreram, segundo a denúncia, por motivo torpe, com uso de meios considerados cruéis. A promotoria também aponta que os crimes ocorreram no contexto de violência doméstica e familiar.

A mãe das crianças e o acusado haviam encerrado o relacionamento cerca de três meses antes do ocorrido. Na época, havia uma medida protetiva em vigor contra o réu, conforme a Polícia Civil.

David foi encontrado no dia seguinte ao crime em um hotel em Porto Alegre. Conforme a polícia, ele relatou, no momento da prisão, que havia administrado calmantes às crianças antes do ocorrido. Durante o depoimento na delegacia, permaneceu em silêncio, acompanhado de um defensor público.

FONTE/CRÉDITOS: Contém informações do G1

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