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Sexta-feira, 16 de Janeiro 2026

📚 Educação

Quase 50% dos professores e funcionários do Estado já aderiram à greve em Guaíba

15 das 18 escolas da cidade estão em paralisação

Pedro Molnar
Por Pedro Molnar
Quase 50% dos professores e funcionários do Estado já aderiram à greve em Guaíba
Pedro Molnar
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Quase 50% dos professores e funcionários das escolas estaduais de Guaíba estão em greve. Eles protestam contra medidas do governo do Estado na área, como no atraso de salários do funcionalismo, mudanças no plano de carreira e o fim dos adicionais por tempo de serviço. Os dados são do Cpers Sindicato.

São 15, de 18 escolas na cidade, que estão em paralisação parcial ou total, sem previsão da volta das atividades. As instituições Aglae Kell, Ruy Coelho Gonçalves, Carlos de Moura e Cunha, Augusto Meyer e Frederick Linck  esstão completamente sem aulas, por tempo indeterminado. Na Otaviano Manuel Junior, no Centro, somente um professor está trabalhando. 

Para a diretora da Escola Aglae Kell, Eliana Raupp, toda comunidade está ciente dessa luta dos educadores, resistindo para que o governo não tire as conquistas da categoria. "Como diretora, sou a primeira a incentivar os colegas. Antes de mais nada fui eleita pela comunidade, e por ela que vou lutar", enfatiza. 

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Segundo o Cpers, ao menos 1.176 colégios já aderiram no Rio Grande do Sul. A secretária do 34º Núcleo da entidade, Daniela Peretti Rivas, avalia que a greve na cidade está em um ritmo crescente - desde a segunda-feira (18) as escolas vem aderindo e conversando  sobre o momento que estão vivendo.

- "Não temos nem sequer o salário de novembro. É um momento de dignidade, que precisamos estar unidos e lutando para derrubar esse pacote, porque é um descaso e desvalorização total de nossa categoria" - alega Daniela

O desejo da coordenadora da 12ª  Coordenadoria Regional de Educação, Vera Almeida, é que a greve encerre o mais rápido e as aulas voltem a normalidade. Ela explica que a orientação passada aos diretores é de ter calma: "sabemos que a luta é justa, que a greve é direito. O trabalho da Coordenadoria é mediar, não gostaríamos de ter de passar por isso. Nosso compromisso é na recuperação das aulas", salienta. 

A Secretaria Estadual de Educação recomenda que os alunos compareçam às escolas. Em caso de dúvidas,  pais e estudantes deve entrar em contato diretamente com as instituições educacionais.

 

 

 

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