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Domingo, 15 de Março 2026

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Fluxos incessantes: é melhor imaginar-se “combinandinho” do que “divididinho”

Produzimos e participamos de muitos desses fluxos que são inerentes do contexto humano baseado no consumo

Tarso Vigil - Filosofia de Bar
Por Tarso Vigil - Filosofia de Bar
Fluxos incessantes: é melhor imaginar-se “combinandinho” do que “divididinho”
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“Hummm!!! “[...] “Combinandinhos” (sic) [...] E pelo visto eles não tinham televisão”(SÍNDROME). Ver, pensar, “consumir”, comer, transar, comprar, chorar, pagar e assistir nos dias de hoje, parece convidativo para certos “combinandinhos”. Esses desejos e de certa maneira algumas inter-relações entre os indivíduos, ainda que ambos não estejam processados e estratificados aos moldes de um entendimento exato do que está acontecendo, até porque não pensamos para fazermos algumas dessas ações, simplesmente produzimos e participamos de muitos desses fluxos que são inerentes do contexto humano baseado no consumo..

Fluxos incessantes que vem e que vão, seja dia ou noite [...número I & número II]. O condicionante capitalismo selvagem, provocador de desejo infindável que destrói a percepção humana centrada nas relações e reconstrói uma ideia de aquisição acumulativa e compulsiva daquilo que sequer imaginávamos que seria um objeto de desejo para os nossos dedos, nossos cartões de débito, nossos cartões de crédito, boletos, saques automáticos, promissórias e [... Divisórias!!! Bom, as divisórias seriam “pós-combinandinhas”- eu, tu, ela (e) pra cá, nós, voz elas (e) pra lá, tal qual com seu bidê, antes de conhecer você].

E se esses processos pudessem ser eliminados, se esses fluxos cessassem [o number I & number II podem ficar] pela pura questão “fito-fisiológica”.... Caramba!!! Façamos o nosso direito de criação filosófica nas ressalvas do que é a filosofia? [... Deleuze; Guattari]. Mas e se pudéssemos estancar a sangria [...#fica a dica I, mas não seja um juc... á], como ficariam os nossos “bens”, solitários em meio a tantos corpos estranhos e usurpadores? [#fica a dica II... “vice vampiresco”]..

Talvez surja um grupo de apoio aos bens abandonados e aos não-consumíveis, mas e os fluxos, esses atos voluntários e involuntários orquestrados pelos impulsos primitivos da condição humana, mas também influenciados por um leve sussurro de uma certa “mão invisível” [Grande hipocrisia]. O que serão desses fluxos?

Bom, aos desejos lhe resta a vontade, como forma de controle e abstinência, já para os que vêm da hipocrisia lhes resta a socialização e digo socialização em todos os aspectos que a palavra abrange. Contudo é melhor imaginar-se “combinandinho” do que “divididinho”..

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