A Agência Nacional de Energia Elétrica autorizou reajustes nas tarifas de energia elétrica de oito distribuidoras, com aumentos médios entre 5% e 15%. A medida impacta mais de 22 milhões de unidades consumidoras em todo o país.
De acordo com a agência, os principais fatores para a elevação são os custos com encargos setoriais, além das despesas relacionadas à compra e transmissão de energia.
Entre as concessionárias, a CPFL Santa Cruz apresentou o maior reajuste médio, de 15,12%. Em alguns casos, o aumento foi parcialmente amenizado pelo diferimento tarifário, mecanismo que permite adiar parte dos custos para ciclos futuros.
Apesar disso, a Aneel projeta uma alta média de cerca de 8% na conta de luz em 2026, índice acima da inflação prevista para o período.
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