A divulgação de um novo aplicativo desenvolvido pela startup norte-americana 2wai ampliou o debate sobre o uso de inteligência artificial para recriar pessoas já falecidas. A empresa apresentou a ferramenta por meio de um vídeo publicado pelo ator e cofundador Calum Worthy, que alcançou mais de 4 milhões de visualizações na plataforma X.

O material mostra uma mulher interagindo com o avatar digital de sua mãe, criado com base em recursos de IA. A produção encerra com a mensagem “Com a 2wai, três minutos podem durar para sempre”, indicando que a tecnologia promete construir representações permanentes a partir de curto material de referência.

A proposta da 2wai é apresentada como a criação de um “arquivo vivo”, segundo Worthy e o produtor Russel Geyser. A repercussão, no entanto, ampliou questionamentos públicos sobre privacidade, limites éticos e formas de consentimento no uso de dados pessoais para geração desses avatares.
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