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Sábado, 26 de Setembro 2026
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Depois de dois anos, aves e pássaros voltam à Expointer 2025

Segmento representa aumento de 27% no número geral de animais na comparação com 2024

TVGO - Redação
Por TVGO - Redação
Depois de dois anos, aves e pássaros voltam à Expointer 2025
Divulgação Seapi
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Após dois anos de ausência devido à influenza aviária e à Doença de Newcastle, aves e pássaros voltam a integrar a Expointer, que ocorre de 30 de agosto a 7 de setembro no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Nesta edição, 381 aves de 33 raças e 542 pássaros de quatro raças serão exibidos, resultando em um aumento de 27% no total de animais comparado a 2024. O segmento ficará concentrado no Pavilhão de Pequenos Animais, espaço de grande circulação de visitantes.

Para o presidente da Associação Brasileira de Preservadores e Criadores de Aves de Raças Puras e Ornamentais (APCA), André Machado Schmitz, a volta à feira representa estímulo para os criadores. “Ficar sem participar da feira é um desestímulo para qualquer expositor de aves. Além da premiação dos animais, que é um grande estímulo, a Expointer tem um papel econômico, pois, com as vendas realizadas, proporciona uma renda auxiliar para os produtores”, afirma Schmitz. Ele ressalta que a feira funciona como uma vitrine para avaliar resultados do trabalho anual. “Um dos principais pilares da nossa criação é a preservação das raças puras. E os resultados do julgamento na feira nos guiam se estamos indo no caminho certo ou se temos de melhorar.”

Schmitz, que cria 80 aves em Alegrete, levará 38 animais à Expointer, incluindo galos e galinhas de raças inglesas, miniaturas e asiáticas. Seus animais vivem em gaiolas individuais em galpão de 40 metros quadrados e recebem alimentação composta de ração, grãos e sementes variadas. “Em tempos de Expointer, é como preparar atleta: o tratamento é mais intenso, inclusive com banhos para controle de ectoparasitas”, explica.

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Entre os pássaros, Pedro Antônio Cordeiro da Costa, presidente da Sociedade Ornitológica Riograndense, levará cerca de 180 exemplares, incluindo calopsitas, periquitos australianos e mandarins. Os animais têm alimentação diferenciada por espécie e são mantidos em gaiolas ou viveiros de manejo, onde os filhotes começam a se exercitar e se alimentar sozinhos. “Os dois anos nos quais ficamos fora da Expointer foram um lapso de tempo na nossa vida, sem poder falar, mostrar, explicar sobre os pássaros para o público interessado, dar dicas de criação”, afirma Cordeiro. Ele destaca ainda a importância do retorno para divulgação, conscientização e contato com o público.

Nesta edição, a presença de aves e pássaros reflete o crescimento do segmento na feira e reforça a função do evento como espaço de exposição, avaliação e comercialização para criadores de diferentes regiões.

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