Um homem de 32 anos foi preso preventivamente suspeito de matar a própria esposa, Elizângela Aparecida Matheus, de 51 anos, em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo. O crime ocorreu na tarde de quarta-feira (21), dentro da residência do casal, localizada no bairro Parque da Cidadania.
O suspeito foi identificado como Hiago Moreira Schnornberger. Conforme as informações divulgadas, a morte teria ocorrido durante uma discussão entre ele e a vítima.
Após o crime, o homem deixou o local e permaneceu foragido até a tarde de quinta-feira (22), quando se apresentou em uma delegacia de Mirassol, município localizado a aproximadamente 15 quilômetros de São José do Rio Preto.
Crime aconteceu dentro da residência do casal
De acordo com as informações iniciais, Elizângela estava em casa quando ocorreu a discussão que teria antecedido o crime.
O marido é apontado como o principal suspeito da morte da mulher.
As circunstâncias exatas do ataque ainda estão sendo investigadas. Não foram divulgados detalhes sobre a causa da morte ou a existência de registros anteriores de violência doméstica envolvendo o casal.
Suspeito teria se escondido na casa do pai
Após deixar a residência, Hiago teria buscado abrigo na casa do próprio pai, segundo uma das hipóteses investigadas pela polícia.
Na tarde do dia seguinte, o suspeito se apresentou às autoridades em uma delegacia de Mirassol.
Ele foi preso preventivamente e permanece à disposição da Justiça.
Polícia investiga circunstâncias da morte
O caso segue sob investigação para esclarecer a dinâmica do crime e as circunstâncias que levaram à morte de Elizângela.
A polícia também deverá apurar os acontecimentos anteriores à discussão e reunir elementos que contribuam para a responsabilização criminal.
Até o momento, não foram divulgadas informações sobre a motivação exata do crime ou outros detalhes da investigação.
Violência contra a mulher: saiba onde buscar ajuda
Mulheres em situação de violência doméstica podem procurar atendimento e denunciar ameaças ou agressões pelos canais oficiais:
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190: Polícia Militar, para situações de emergência.
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180: Central de Atendimento à Mulher, que oferece orientações e recebe denúncias.
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197: Polícia Civil, para denúncias e informações.
O caso reforça a importância da identificação e da denúncia de situações de violência doméstica, que podem colocar em risco a vida das vítimas.
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