Uma mulher de 30 anos morreu na tarde deste sábado (24), após ser vítima de um ataque com faca na zona norte de Porto Alegre. Identificada como Adriele Amaral da Rosa, ela estava internada em estado grave no Hospital Cristo Redentor desde a noite de sexta-feira (23), quando foi atingida por um golpe de faca no pescoço.
A morte foi registrada por volta das 14h. O caso é investigado como feminicídio e, conforme as informações divulgadas, representa o 64º registro desse tipo de crime no Rio Grande do Sul em 2026.
O principal suspeito é o ex-companheiro da vítima, Luís Gustavo Cardoso Escobar, de 25 anos, que teria fugido em uma motocicleta após o ataque.
Crime aconteceu no bairro Passo das Pedras
O ataque ocorreu na noite de sexta-feira (23), na Rua Leopoldino José Santos, localizada no bairro Passo das Pedras, na zona norte da Capital.
Adriele foi atingida no pescoço e socorrida em estado grave, sendo encaminhada ao Hospital Cristo Redentor.
Apesar do atendimento médico, a vítima não resistiu à gravidade do ferimento e morreu na tarde de sábado.
A ocorrência mobilizou policiais do 20º Batalhão de Polícia Militar e equipes da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
Ex-companheiro é o principal suspeito
De acordo com as informações divulgadas, Luís Gustavo Cardoso Escobar, de 25 anos, é apontado como o principal suspeito do ataque.
Ele teria deixado o local em uma motocicleta após o crime.
A investigação está sob responsabilidade da 2ª Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam), que solicitou à Justiça a prisão preventiva do investigado.
Até o momento, não há confirmação de que o suspeito tenha sido localizado ou preso.
A Polícia Civil trabalha para esclarecer as circunstâncias do crime e reunir elementos que permitam a responsabilização do autor.
Rio Grande do Sul chega a 64 casos apontados como feminicídio
Com a morte de Adriele, o Rio Grande do Sul chega a 64 casos apontados como feminicídio em 2026, conforme o levantamento mencionado nas informações divulgadas.
O feminicídio ocorre quando uma mulher é morta por razões relacionadas à sua condição de mulher, incluindo situações de violência doméstica e familiar.
O caso de Adriele segue sob investigação, e a classificação definitiva dependerá da apuração das autoridades competentes.
Saiba onde buscar ajuda
Mulheres em situação de violência doméstica ou familiar podem procurar atendimento e orientação por meio dos seguintes canais:
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190: Brigada Militar, para situações de emergência.
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180: Central de Atendimento à Mulher, para denúncias e orientações.
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197: Polícia Civil, para denúncias e informações.
A denúncia de situações de violência pode contribuir para a proteção das vítimas e a prevenção de novos crimes.
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