Pelo menos 30 funcionários que estavam trabalhando nas obras da nova ponte do Guaíba foram demitidos pela construtora Queiroz Galvão. O grupo havia recebido comunicado da empresa que seriam desligados em 30 dias, no mês de abril. O Sindicato dos Trabalhadores da Construção Pesada diz que as demissões podem não ser ampliadas. Um mês atrás, um grupo de cerca de 100 trabalhadores assinou aviso prévio.
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Segundo os trabalhadores, a razão das demissões é o fato de o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) estar com pagamentos em atraso referente à obra. Serviços não previstos em contrato foram feitos e agora, para autorizar o desembolso destes valores, seria necessário publicar aditivos.
O Dnit diz que a flutuação no número de funcionários é recorrente, a depender da fase da obra. A autarquia também comenta que os serviços seguem em execução e o ramo principal da travessia tem previsão de liberação ao tráfego no segundo semestre deste ano. Em abril, o Ministério da Infraestrutura informou que os valores estavam em dia. Até o momento, quase 90% dos serviços previstos para a travessia já foram concluídos.