TVGO | Guaíba Online

Aguarde, carregando...

Domingo, 18 de Janeiro 2026

💡 +Conteúdo

Mais de 300 corpos permanecem no Everest como “marco” para alpinistas

Sem resgate em grande altitude, montanhistas que morrem no Everest ficam congelados na trilha e viram pontos de referência, criando cenário psicológico extremo para os que tentam chegar ao topo

TVGO - Redação
Por TVGO - Redação
Mais de 300 corpos permanecem no Everest como “marco” para alpinistas
Reprodução
IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

Subir o Monte Everest é considerado um dos maiores desafios físicos e psicológicos do mundo — mas também um dos mais mortais. O local não possui serviço oficial de resgate em grandes altitudes, o que, aliado ao clima extremo, baixa concentração de oxigênio e terreno traiçoeiro, torna praticamente impossível salvar quem passa mal ou sofre acidentes durante a escalada.

Por isso, existe uma “regra silenciosa” entre os alpinistas: quem morre na montanha, permanece lá. Estima-se que mais de 300 corpos estejam congelados ou espalhados pelas trilhas do Everest. Alguns se tornaram, inclusive, pontos de referência para os aventureiros que buscam o topo, como “marcos” naturais no caminho.

Leia Também:

Recentemente, uma das mulheres mais jovens a alcançar o cume falou sobre o peso psicológico dessa realidade, relatando o impacto de conviver com os corpos durante toda a subida.

Apesar dos riscos, o Everest continua atraindo aventureiros que encaram frio letal, avalanches e esgotamento extremo, em uma escalada que, para muitos, se torna o destino final.

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR