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Domingo, 13 de junho de 2021

🌱 Meio Ambiente

Mês do Meio Ambiente: confira seis frentes em que a CMPC atua para restauração de ecossistemas brasileiros

Segundo empresa, falta muito pouco para a planta industrial em Guaíba ser zero resíduo

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Desde 2019, o grupo chileno CMPC assumiu um compromisso público de reduzir 50% de suas emissões de gases de efeito estufa, diminuir em 25% o uso de água em seus processos industriais e, até 2025, ser uma companhia com zero resíduo em aterros sanitários.  

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Falta muito pouco para a planta industrial da CMPC em Guaíba/RS ser zero resíduo. Atualmente os resíduos gerados na unidade são levados para o Hub CMPC de Economia Circular, um espaço de 99 hectares, localizado em Eldorado do Sul/RS, que recicla 99,8% dos resíduos sólidos, que são transformados em insumo para 15 novos produtos. Além dos significativos ganhos ambientais, esse projeto proporciona um impacto social importante ao gerar cerca de 168 empregos e uma renda anual de cerca de R$ 12 milhões. 

Além desses compromissos, a CMPC também investe em outras frentes a fim de colaborar com a restauração do ecossistema brasileiro. Entre elas, destacam-se: 

  • Carbono neutro: área de 192 mil hectares preservados em plantios de eucalipto é responsável por neutralizar toneladas de emissão de CO2, tornando a empresa é carbono neutra. 
  • Transporte Hidroviário: essa logística por hidrovia evita a emissão de CO2 de até 100 mil viagens de caminhão por ano. 
  • Tratamento de água: toda a água aproveitada do Guaíba é tratada e devolvida em melhores índices de qualidade. 
  • Gestão Ambiental nas Operações: controle de indicadores das emissões sonoras (ruído), odoríferas (odor) e de particulado (poeira) para evitar ao máximo potenciais incômodos das operações nas comunidades vizinhas. 
  • Reflorestamento: recuperação de florestas e paisagens nativas até 2030, por meio da restauração e conservação de novos 100 mil hectares, que serão somados aos 325 mil hectares já conservados nos países onde possui operação. No Brasil, por exemplo, a CMPC preserva 192 mil hectares no Rio Grande do Sul. Somente de áreas degradadas para os biomas Pampa e Mata Atlântica, foram recuperados mais de 38 mil hectares nos últimos três anos. 

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