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Quarta-feira, 24 de Julho de 2024

🌱 Meio Ambiente

Nuvem de gafanhotos na Argentina volta a preocupar RS e Secretaria da Agricultura monitora deslocamento

Equipe de fiscais agropecuários da Secretaria da Agricultura monitoram fronteira com a Argentina em Barra do Quaraí

Redação TVGO
Por Redação TVGO
Nuvem de gafanhotos na Argentina volta a preocupar RS e Secretaria da Agricultura monitora deslocamento
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A nuvem de gafanhotos que está na província argentina de Entre Ríos, a 110 quilômetros de Barra do Quaraí, na fronteira com a Argentina, tem sua movimentação acompanhada por fiscais estaduais agropecuários da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr). As temperaturas elevadas que devem permanecer no Rio Grande do Sul pelo menos até a quarta-feira (22/7) propiciam maior mobilidade dos gafanhotos, como foi observado no deslocamento da nuvem de cerca de 30 quilômetros no último fim de semana.

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"Estamos monitorando a região da fronteira com a Argentina e em contato direto com o Ministério da Agricultura e com o governo argentino para verificar o tamanho e a velocidade de deslocamento da nuvem. Temos 11 fiscais envolvidos nesta tarefa”, informa Ricardo Felicetti, chefe da Divisão de Defesa Sanitária Vegetal da Seapdr.

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Velocidade e sentido do ventos são verificados para avaliar condições de aproximação da nuvem - Foto: Divulgação / Seapdr

De acordo com nota divulgada pelo Ministério da Agricultura na segunda-feira (20/7), “a previsão é de que os insetos continuem a se movimentar para o sul, e que os ventos se mantenham na direção norte-sul indicando uma provável direção da nuvem rumo ao Uruguai”.

Conforme o secretário Covatti Filho, neste momento, o Plano Operacional da Secretaria da Agricultura está na fase de vigilância e monitoramento. Mas caso haja a entrada da nuvem no Rio Grande do Sul, as equipes devem agir rapidamente para executar as medidas de controle fitossanitário. "Caso a nuvem chegue ao Estado, a estimativa é de grandes prejuízos para os produtores e as ações de contenção devem ser tomadas rapidamente para minimizar os impactos”, afirma Covatti.

Rio Grande do Sul e Santa Catarina estão em estado de emergência fitossanitária desde 25 de junho por determinação do Ministério da Agricultura. A medida é preventiva e deve durar um ano.

 

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