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Sexta-feira, 05 de Dezembro de 2025

🚔 Segurança e Justiça

Polícia Civil indicia grupo especializado que usava nomes de Rotary e APAE para aplicar golpes em lojistas no Rio Grande do Sul

Cinco criminosos foram identificados, sendo a maioria já ligada ao sistema prisional. O grupo agia comprando itens com comprovantes de pagamentos falsos, causando prejuízo de R$ 90 mil.

TVGO - Redação
Por TVGO - Redação
Polícia Civil indicia grupo especializado que usava nomes de Rotary e APAE para aplicar golpes em lojistas no Rio Grande do Sul
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A Delegacia de Polícia (DP) de Guaíba concluiu a investigação de um grupo especializado em aplicar golpes de estelionato em lojistas de diversas cidades do Rio Grande do Sul. O inquérito foi iniciado em junho de 2025, após o clube Rotary de Guaíba registrar uma ocorrência comunicando o uso indevido de seu nome.

Esquema e Prejuízo

O grupo criminoso utilizava nomes de entidades conhecidas e com credibilidade, como Rotary, APAE e Lions, para se passar por compradores.

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  • Modus Operandi: Eles compravam materiais, alegando que seriam para doação, e enviavam comprovantes de pagamento falsos aos lojistas.

  • Vítimas: Ao menos nove vítimas foram lesadas em diferentes cidades do Estado.

  • Prejuízo: O prejuízo total causado pelos golpes é de aproximadamente R$ 90 mil.

Indiciados e Medidas de Combate

A Polícia Civil de Guaíba identificou cinco criminosos envolvidos, todos com antecedentes. Três deles já estão recolhidos no sistema prisional e um utiliza tornozeleira eletrônica.

Em ações de repressão, foram cumpridos mandados de busca e apreensão nas celas dos investigados, resultando na apreensão de telefones celulares e valores em espécie. Além disso, foi realizado o bloqueio de valores nas contas bancárias usadas pelos criminosos.

Alerta da Polícia

A Delegada Karoline Calegari orienta os lojistas a se precaverem:

  • Ligar para o telefone oficial dos clubes para confirmar a compra.

  • Desconfiar de compradores que demonstrem muita pressa.

  • Sempre confirmar na conta bancária se o valor do pagamento foi creditado de fato.

A DP Guaíba solicitou o compartilhamento de provas para que as delegacias dos locais com vítimas possam dar continuidade às investigações e responsabilizar o grupo.

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