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Quarta-feira, 16 de Setembro 2026
🚔 Segurança e Justiça

Quadrilha troca cartões de vítimas e causa prejuízo de até R$ 60 mil por pessoa, aponta PCRS

Mais de 30 cartões foram apreendidos em Porto Alegre; líder do grupo foi preso no Rio de Janeiro após investigação iniciada em Santa Catarina

TVGO - Redação
Por TVGO - Redação
Quadrilha troca cartões de vítimas e causa prejuízo de até R$ 60 mil por pessoa, aponta PCRS
Divulgação/Polícia Civil
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A Polícia Civil de Santa Catarina deflagrou, na manhã desta quarta-feira (4), uma operação contra um grupo suspeito de envolvimento em crimes de estelionato praticados durante eventos com grande circulação de pessoas. A investigação teve início em Florianópolis e identificou atuação dos suspeitos também em Porto Alegre, nas proximidades da Arena do Grêmio e do Estádio Beira-Rio.

De acordo com as apurações, os investigados se apresentavam como ambulantes e, durante o atendimento, realizavam a troca de cartões bancários das vítimas por outros visualmente semelhantes. O golpe era aplicado no momento do pagamento com maquininhas de cartão, em que os criminosos alegavam problemas na transação e aproveitavam a distração para trocar os cartões.

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Mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Porto Alegre, resultando na apreensão de aproximadamente 30 cartões bancários, diversas maquininhas de pagamento e R$ 26 mil em dinheiro. Os itens estavam em um imóvel localizado no bairro Restinga.

Segundo a Polícia, os cartões serão periciados com o objetivo de identificar os titulares e registrar possíveis furtos. Em Santa Catarina, pelo menos seis vítimas relataram prejuízos que, individualmente, chegaram a R$ 60 mil.

Inicialmente, a investigação considerava a existência de dois grupos distintos, mas diligências em um endereço no bairro Glória, em Porto Alegre, levaram à conclusão de que os envolvidos pertencem a uma única organização criminosa. O suposto líder do grupo foi preso no Rio de Janeiro, após a decretação de prisão preventiva. Conforme os investigadores, os integrantes costumavam se deslocar entre diferentes cidades para dificultar o rastreamento.

FONTE/CRÉDITOS: Contém informações do Portal GZH

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