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Quarta-feira, 22 de Abril 2026

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Risco de Impacto com a Terra é real e coloca 9 países e a América do Sul no alvo.

Cientistas alertam para possibilidade de colisão com asteroide de destruição equivalente a 500 bombas de Hiroshima; confira os países em risco.

TVGO - Redação
Por TVGO - Redação
Risco de Impacto com a Terra é real e coloca 9 países e a América do Sul no alvo.
Imagem Ilustrativa / Freepik/Porto Alegre 24 horas
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Um asteroide conhecido como 2024 YR4 está atualmente sob vigilância dos cientistas da NASA devido ao risco de colisão com a Terra, previsto para ocorrer em 22 de dezembro de 2032. Com um diâmetro estimado de 90 metros – o equivalente à altura da Estátua da Liberdade – o impacto desse corpo celeste poderia gerar uma explosão com poder destrutivo similar a 500 bombas de Hiroshima. A probabilidade de impacto é de 2,1%, mas, caso ocorra, teria consequências devastadoras para grandes cidades.

Embora ainda não seja possível determinar a localização exata do impacto, especialistas do Catalina Sky Survey Project, iniciativa financiada pela NASA, destacam que a trajetória do asteroide pode levar à colisão em uma faixa estreita que se estende do norte da América do Sul até a Ásia. Regiões densamente povoadas, como Chennai, na Índia, e a Ilha de Hainan, na China, estão entre as mais ameaçadas. Outros países em risco incluem ÍndiaPaquistãoBangladeshEtiópiaSudãoNigériaVenezuelaColômbia e Equador.

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Este asteroide é o único com uma probabilidade de impacto superior a 1% atualmente registrado, o que lhe conferiu uma rara classificação de três na Escala de Torino, usada para avaliar o risco de colisões com a Terra. O impacto de um corpo celeste dessa magnitude poderia causar danos irreparáveis, afetando infraestruturas e colocando em risco milhões de vidas. Contudo, a chance do evento ocorrer permanece muito baixa, o que tranquiliza os especialistas que continuam monitorando sua trajetória.

Apesar do risco, a NASA continua com as pesquisas para entender melhor a possível trajetória do 2024 YR4, além de desenvolver possíveis estratégias para desviar o asteroide caso ele venha a se aproximar de forma significativa.

FONTE/CRÉDITOS: Juliano Haesbaert/Porto Alegre 24 horas

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