O Rotary Club de Guaíba e Rotary Club de Guaíba Farrapos empossaram a sua nova diretoria para o ano rotário 2019-2020, nesta quarta-feira (3), na Casa da Amizade (Centro). Respectivamente, o advogado Felipe Marcelo Coimbra e o médico Juliano Mizel assumiram a presidência. Os clubes, desde 1956 e 1998, realizam diversas atividades voluntárias na cidade, como a realização da Noite Alemã, no Projeto de Artesanato, Recreação e Informática (Projari), no Bom Fim, e na Associação de Voluntários do bairro Ipê (Avope).
De acordo com Coimbra, a paz mundial é a maior missão do Rotary Internacional, que está em 218 países, como diversos programas humanitários. A organização é responsável por recursos destinados para erradicação de poliomielite. Em 2014, a Fundação Bill e Emelinda Gades prometeu que cada dólar doados para a campanha eles doariam o dobro. Eles conseguiram atingir 99% da eliminação da doença. Somente em três países africanos ainda há pessoas com pólio: Nigéria, Paquistão e Afeganistão.
O lema do ano rotário é “O Rotary Conecta o Mundo”. Para Coimbra, as ações desenvolvidas dentro de Guaíba têm diversos impactos nas associações comunitárias, como a Avope, o Projari e a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae). “Nosso lema está totalmente em linha com nossas atividades do dia a dia, conectando nossos clubes, dentro e fora do município, sempre procurando fazendo o bem sem olhar a quem”, disse.
Também foram empossados como associados dos clubes o sociólogo João Batista Aneli, no Rotary Farrapos, a funcionária pública Paula Varella e a advogada Kalynka Pfleger, no Rotary Guaíba.
Em um discurso emocionante, o presidente recém empossado do Farrapos falou que ser rotariano gera um sentimento de doação, contribuindo para crianças e para sociedade não pensando apenas no portão de sua casa para dentro. No ano passado, os dois clubes realizaram a campanha de vacinação contra pólio e, segundo secretaria estadual de saúde, Guaíba foi um dos únicos municípios que superaram a meta. Para Mizel, “podemos não ser muitos mas, se formos poucos, podemos trabalhar juntos, de uma maneira coesa, para crescer unidos”.