O detetive particular Givaldo, especialista em casos de infidelidade, revelou dados surpreendentes após anos de investigações sigilosas: em 7 a cada 10 casos de traição conjugal investigados por ele, os maridos ou namorados estavam envolvidos com outros homens ou travestis. Segundo Givaldo, essas relações costumam ser encontros rápidos, marcados pelo sigilo e sem vínculos afetivos.

Mais curioso ainda é o perfil desses traidores: muitos mantêm uma imagem conservadora diante da família, mas vivem uma realidade paralela longe dos olhos da esposa.
A traição “clássica”, com outra mulher, representa apenas 30% dos casos. E mesmo com provas em mãos, muitas mulheres optam por perdoar — seja pelos filhos, bens ou pela história construída com o parceiro.
Por outro lado, quando a infidelidade parte da mulher, o cenário muda. Segundo o detetive, leva em média mais de 60 dias para flagrar uma esposa traindo. “Elas são mais cautelosas. Inventam compromissos falsos, somem do radar e não deixam rastros”, afirma. O motivo? Carência emocional. Givaldo explica que muitas buscam afeto, atenção — e muitas vezes se envolvem com homens mais jovens.

No fim das contas, ele conclui: "todo mundo esconde alguma coisa".