Uma professora de direito da Universidade de Málaga, Yolanda de Lucchi, se tornou um fenômeno nas redes sociais ao revelar o esquema de cola extremamente elaborado criado por um de seus alunos. Ela compartilhou no X (antigo Twitter) fotos que mostram canetas BIC apreendidas durante uma prova, nas quais o estudante havia inscrito anotações detalhadas no corpo de plástico transparente dos materiais.

A "Arte" da Trapaça
O método, descrito pela professora como uma verdadeira "arte", consistia no uso de uma agulha para produzir microanotações em um total de 11 canetas. Juntas, elas formavam um conjunto de "resumos" praticamente imperceptíveis a olho nu.
A professora, que ficou impressionada com a criatividade e o trabalho do aluno, viralizou rapidamente, gerando debate e curiosidade sobre a técnica utilizada.

Ironia no Tema
A ironia do caso é que o exame em questão tratava de "direito processual penal" – a área jurídica dedicada às regras, procedimentos e consequências das infrações legais. A tentativa de trapaça nesse tema tornou o episódio ainda mais emblemático.
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