TVGO | Guaíba Online

Aguarde, carregando...

Segunda-feira, 19 de Janeiro 2026

📺 TVGO

Empresas são multadas após vazamento de corante atingir rio em São Paulo

Cetesb aplica sanções e monitora impactos ambientais causados pelo derramamento de 2 mil litros de corante no Rio Jundiaí

TVGO - Redação
Por TVGO - Redação
Empresas são multadas após vazamento de corante atingir rio em São Paulo
Associação Mata Ciliar
IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) aplicou multa no valor de R$ 370,2 mil a duas empresas envolvidas no vazamento de corante químico que ocorreu no município de Jundiaí, interior de São Paulo. As sanções atingem tanto a empresa fabricante do produto quanto a transportadora responsável pelo carregamento.

O incidente aconteceu no dia 13 de maio, quando uma carreta estacionada sem o devido controle começou a se mover, colidiu com um poste e causou o rompimento de recipientes com aproximadamente 2 mil litros de corante azul. O líquido escoou pela rua e alcançou uma boca de lobo situada a cerca de 50 metros do local da colisão. Essa entrada de drenagem pluvial tem ligação direta com o córrego do Jardim das Tulipas, que atravessa uma área urbana e deságua no Rio Jundiaí.

Leia Também:

Após o vazamento, animais presentes no Parque do Jardim das Tulipas, como patos, gansos e capivaras, foram atingidos pela substância. Parte dos animais foi recolhida por equipes da ONG Mata Ciliar, enquanto outros permanecem isolados em área específica do parque. Equipes da Defesa Civil, Guarda Municipal, Departamento de Bem-Estar Animal e entidades ambientais participaram das ações de contenção e resgate.

A Cetesb coordenou medidas emergenciais para minimizar os efeitos ambientais, incluindo a diluição do corante em água. A companhia também deu início ao monitoramento da qualidade da água no córrego e no Rio Jundiaí, além de acompanhar possíveis impactos à fauna e flora aquáticas.

De acordo com informações técnicas, o corante é à base de água, utilizado em sistemas aquícolas para controle de fungos e parasitas, e não é classificado como inflamável ou reagente.

Além da penalização financeira, a empresa fabricante deverá adotar sistemas de contenção e revisar seus protocolos operacionais de carga e descarga. A implementação dessas medidas será acompanhada pela Cetesb, que continuará realizando análises para mensurar os impactos ambientais e subsidiar eventuais desdobramentos administrativos ou judiciais.

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR