Os Estados Unidos lançaram uma operação militar sem precedentes na Venezuela na madrugada deste sábado, 3 de janeiro de 2026. A ofensiva, descrita por Donald Trump como uma "operação brilhante", teve como alvo principal a capital, Caracas, e resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores.
🔴 O que aconteceu na madrugada?
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Ataque coordenado: Explosões foram registradas em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira. Alvos estratégicos, como a base aérea de La Carlota e o palácio de Miraflores, foram atingidos.
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Captura pela Força Delta: Unidades de elite do Exército dos EUA realizaram a extração de Maduro e Cilia Flores por via aérea. Segundo Washington, eles estão a caminho de Nova York para responder por acusações de narcoterrorismo.
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Caos na capital: Moradores relataram aeronaves voando baixo, tremores e quedas generalizadas de energia. Não há um balanço oficial de vítimas até o momento.
🔴 Reações e Governo da Venezuela
O governo venezuelano, agora sob o comando da vice-presidente Delcy Rodríguez, declarou estado de emergência e convocou a população às ruas em resistência ao que chamou de "agressão imperialista". Rodríguez exige uma prova de vida imediata do casal presidencial.
A repercussão internacional foi imediata:
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Brasil: O presidente Lula classificou o ataque como uma "flagrante violação do direito internacional" e convocou uma reunião de emergência no Itamaraty.
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Argentina: Javier Milei celebrou a notícia, afirmando que "a liberdade avança".
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Rússia e Irã: Condenaram a ação como um ato de agressão armada e pediram intervenção do Conselho de Segurança da ONU.
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