A Polícia Civil do Rio Grande do Sul deflagrou, na manhã de 26 de fevereiro de 2026, a Operação Ave de Rapina, coordenada pela 17ª Delegacia de Polícia Regional do Interior (17ª DPRI), por meio da Delegacia de Polícia de Barra do Ribeiro, em conjunto com a Delegacia de Polícia Especializada de Proteção e Defesa do Meio Ambiente e dos Animais (DEMA).
A ofensiva cumpriu 13 mandados de busca e apreensão nas cidades de Canoas, Porto Alegre e Viamão. A investigação apura crimes de comércio ilegal de armas de fogo, comércio ilegal de animais silvestres e exóticos e prática de caça ilegal.
Conforme a Polícia Civil, as apurações iniciaram em 2024 e indicam que proprietários de uma agropecuária em Canoas utilizavam o estabelecimento como fachada para comercializar animais silvestres e exóticos sem autorização legal. Também há indícios de caça ilegal de espécies como veados, gambás e pássaros silvestres.
Além disso, as investigações apontaram a existência de uma rede informal de compra e venda de armas de fogo e munições, que teria sido facilitada pelos investigados.
Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidas duas armas de fogo (revólveres calibre .38), munições de diversos calibres (.380, 9mm, .32 e .38), um carregador 9mm, 12 pássaros silvestres e três celulares pertencentes aos investigados, entre outros materiais.
Três homens, de 42, 55 e 57 anos, foram presos em flagrante pelos crimes de posse ilegal de arma e munições, além de crimes contra a fauna, previstos na Lei nº 9.605/98.
A operação contou com a participação de 95 policiais civis e apoio da Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Infraestrutura (SEMA/RS).
A Polícia Civil reforça a importância da colaboração da população no combate a crimes dessa natureza.
📞 Disque-denúncia: 181
📱 WhatsApp e Telegram: (55) 98454-1004
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