TVGO | Guaíba Online

Sabado, 13 de Julho de 2024

🏥 Saúde

Segunda morte por leptospirose é registrada no RS durante período de enchentes

Primeiro caso aconteceu em Travesseiro, no Vale do Taquari e agora na cidade de Venâncio Aires

Redação TVGO
Por Redação TVGO
Segunda morte por leptospirose é registrada no RS durante período de enchentes
Julio Ferreira / PMPA
IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

Um homem de 33 anos, residente na área central de Venâncio Aires (RS), faleceu devido à leptospirose. Este é o segundo óbito confirmado pela doença nos últimos dias no Rio Grande do Sul, que enfrenta temporais e enchentes desde o final de abril.

A prefeitura de Venâncio Aires divulgou a confirmação do óbito em comunicado oficial. Segundo o informe, familiares relataram que o homem teve contato com águas de enchentes, tomando precauções como o uso de botas.

O município também registrou dois casos adicionais de leptospirose, cujos pacientes já se recuperaram. O Centro de Atendimento de Doenças Infecciosas (Cadi) de Venâncio Aires aguarda os resultados de 23 investigações laboratoriais neste mês, conforme informado pela prefeitura.

Leia Também:

A primeira morte foi registrada em Travesseiro, no Vale do Taquari, uma das áreas mais impactadas pelas enchentes. Um homem de 67 anos faleceu na última sexta-feira (17) devido à infecção, com a confirmação do óbito ocorrendo no domingo (19) pela secretaria municipal de saúde.

A vigilância sanitária de Venâncio Aires orienta a população a buscar atendimento médico ao surgirem os primeiros sintomas de leptospirose, como febre, dor de cabeça, fraqueza, dores musculares (principalmente nas panturrilhas) e calafrios. Os sintomas geralmente aparecem de cinco a 14 dias após a infecção, podendo surgir até 30 dias depois. O tratamento é iniciado diante da suspeita da doença, baseado nos sintomas e no histórico de exposição ao risco nos últimos 30 dias.

A leptospirose, causada pela bactéria leptospira, presente na urina de roedores e comumente transmitida pelo contato com água ou solo contaminados, é uma preocupação significativa para as autoridades sanitárias no Rio Grande do Sul, especialmente em períodos de enchentes.

 

FONTE/CRÉDITOS: Contém informações da Agência Brasil
Comentários: