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Domingo, 03 de Maio 2026

👔 Política

STF condena Bolsonaro a 27 anos de prisão e outros sete réus a penas superiores a 16 anos

Decisão foi tomada por 4 votos a 1; condenados ainda podem recorrer antes do início do cumprimento das penas

TVGO - Redação
Por TVGO - Redação
STF condena Bolsonaro a 27 anos de prisão e outros sete réus a penas superiores a 16 anos
Valter Campanato/Agência Brasil
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A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu na quinta-feira (11) o julgamento da ação penal envolvendo Jair Bolsonaro e outros sete réus acusados de participação em uma trama golpista. Por maioria de votos, o colegiado fixou penas que ultrapassam duas décadas para a maior parte dos condenados.

O ex-presidente Jair Bolsonaro recebeu pena de 27 anos e três meses de prisão, sendo 24 anos e nove meses de reclusão em regime fechado e dois anos e seis meses de detenção em regime semiaberto. Walter Braga Netto foi condenado a 26 anos, enquanto Anderson Torres e Almir Garnier receberam 24 anos cada. Augusto Heleno foi condenado a 21 anos, Paulo Sérgio Nogueira a 19 anos, e Alexandre Ramagem a 16 anos, um mês e 15 dias. Mauro Cid, colaborador do processo, teve pena de dois anos, já cumprida em regime aberto.

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As condenações foram definidas pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado, conforme a análise de cada réu. No caso de Ramagem, parte das acusações foi suspensa por decisão da Turma.

Embora as penas estejam estabelecidas, a execução não é imediata. Os advogados de defesa ainda podem apresentar recursos, que deverão ser apreciados antes do trânsito em julgado do processo. Apenas após a conclusão de todas as instâncias recursais será possível determinar o início do cumprimento das penas.

O julgamento foi decidido por 4 votos a 1, com divergências pontuais sobre as acusações contra alguns réus. Para os ministros que formaram a maioria, as provas reunidas — incluindo registros de reuniões, declarações públicas, planos e atos violentos — foram suficientes para confirmar a tentativa de ruptura da ordem democrática entre 2021 e 2023.

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