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Segunda-feira, 04 de Maio 2026

🏥 Saúde

Bactéria resistente provoca bloqueio e evacuação da UTI no Hospital Municipal de Novo Hamburgo

Identificada como Acinetobacter baumannii, a bactéria levou à suspensão temporária de cirurgias cardíacas eletivas e à realocação de sete pacientes, enquanto a unidade passa por limpeza terminal e medidas de contenção.

TVGO - Redação
Por TVGO - Redação
Bactéria resistente provoca bloqueio e evacuação da UTI no Hospital Municipal de Novo Hamburgo
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Bactéria resistente obriga bloqueio e evacuação da UTI do Hospital Municipal de Novo Hamburgo

Um surto de Acinetobacter baumannii, bactéria resistente a diversos antibióticos, provocou o bloqueio e a evacuação da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Municipal de Novo Hamburgo (HMNH). O micro-organismo, que representa alto risco de infecção para pacientes hospitalizados, foi inicialmente identificado em um internado da unidade.

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Segundo a direção do hospital, nos dias 11 e 15 de julho a UTI recebeu pacientes já diagnosticados com a bactéria e em isolamento, seguindo protocolos de precaução. No entanto, no dia 16 foi registrado o primeiro caso de transmissão cruzada dentro da unidade, e no dia 22 ocorreu um segundo episódio. Diante disso, medidas de contenção foram reforçadas, incluindo restrição de acesso e intensificação da higiene das mãos e do uso de equipamentos de proteção.

Em 4 de agosto, a situação levou ao bloqueio total da UTI. Sete pacientes foram transferidos para a Sala Amarela (Unidade NeuroVascular), que passou a oferecer cuidados intensivos. Cirurgias cardíacas eletivas foram temporariamente suspensas, a fim de evitar riscos a novos pacientes. Os casos que necessitam de terapia intensiva estão sendo atendidos provisoriamente na Sala Laranja da Emergência.

A desinfecção incluiu limpeza terminal da UTI — do teto ao piso, incluindo paredes e todos os equipamentos — e exames de rastreio para avaliar a colonização de pele pela bactéria nos pacientes expostos. A evacuação total da unidade ocorreu no dia 7, para permitir a higienização completa.

Em nota, a Fundação de Saúde Pública informou que os órgãos de fiscalização sanitária municipal e estadual foram comunicados oficialmente. “As ações de contenção foram adotadas imediatamente, com realocação dos pacientes para unidades adequadas às suas necessidades e manutenção de todos os tratamentos e assistências. É importante ressaltar que a bactéria não é transmitida pelo ar, não oferecendo risco a pacientes de outras áreas do hospital”, destacou a instituição.

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