Porto de Galinhas, um dos cartões-postais mais famosos do Brasil, enfrenta uma crise de imagem sem precedentes. Relatos frequentes de turistas apontam para um cenário de desordem na orla, marcado por preços superfaturados e serviços sem aviso prévio de valores.

A situação escalou para o campo da violência física nos últimos dias. Vídeos que circulam na internet mostram:
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Conflitos Violentos: Discussões acaloradas e agressões físicas entre barraqueiros e banhistas motivadas por valores excessivos.
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Falta de Transparência: Visitantes afirmam que só descobrem os preços reais dos produtos no momento do pagamento.
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Práticas Ilegais: Denúncias de cobrança de consumação mínima sem aviso claro, o que fere o Código de Defesa do Consumidor.
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Abordagens Invasivas: Queixas sobre a desorganização na ocupação da areia e a insistência agressiva de vendedores.

Visitantes e moradores cobram uma atuação mais rígida da Prefeitura de Ipojuca, da Guarda Municipal e do Procon. Especialistas alertam que a percepção de abandono e insegurança pode afastar turistas e gerar prejuízos irreversíveis à economia local, que depende diretamente da fama das belezas naturais da região.