Pode parecer ficção científica, mas é realidade: mais de 300 pessoas ao redor do mundo já passaram por criogenia, um processo que preserva corpos a temperaturas ultra baixas logo após a morte clínica. A ideia? Aguardar o avanço da medicina até que seja possível trazê-las de volta à vida.

Nos Estados Unidos, Europa e Rússia, empresas como a Alcor Life Extension Foundation e o Cryonics Institute oferecem esse serviço. Os corpos são armazenados em tanques especiais cheios de nitrogênio líquido a cerca de -196°C. E não são apenas humanos: mais de 30 animais de estimação também foram crio-preservados, especialmente no Arizona.

Os adeptos da criogenia acreditam que doenças hoje incuráveis poderão ter solução no futuro — incluindo a própria morte. Ainda sem comprovação científica de sucesso, o método levanta debates éticos, médicos e filosóficos. Mas uma coisa é certa: essas pessoas colocaram suas esperanças nas mãos da ciência do amanhã.
E você, encararia esse salto no desconhecido?