O campeão mundial de xadrez, Magnus Carlsen, decidiu enfrentar um oponente inusitado: o ChatGPT, modelo de inteligência artificial da OpenAI. O desafio proposto pelo norueguês era ousado: vencer a partida sem perder nenhuma peça e capturar todos os peões da IA.

Missão dada, missão cumprida. Carlsen executou a tarefa com precisão cirúrgica, demonstrando domínio absoluto do tabuleiro. Ele compartilhou o jogo completo em seu perfil no X (antigo Twitter), e convidou o próprio ChatGPT para comentar seus lances.

A resposta da IA foi polida, elogiando sua abertura sólida, paciência estratégica e táticas inteligentes. Porém, ao final da análise, um detalhe chamou a atenção (e arrancou risadas): o sistema estimou a pontuação FIDE de Carlsen entre 1800 e 2000, uma classificação típica de jogadores intermediários — muito abaixo da sua verdadeira pontuação, 2839, uma das mais altas da história do xadrez.
O episódio, além de divertido, expõe uma limitação clara da inteligência artificial: mesmo com algoritmos avançados, ela ainda encontra dificuldades para reconhecer plenamente a genialidade humana em contextos de alta performance.