Após um mês do início da campanha nacional de vacinação contra a gripe, o Rio Grande do Sul alcançou 25% da meta estipulada para 2026. Dados do painel de imunizações do Ministério da Saúde indicam que, entre 28 de março e 27 de abril, foram aplicadas 1.337.294 doses no Estado. A previsão total é imunizar cerca de 5,2 milhões de pessoas pertencentes aos grupos prioritários.
Entre os públicos com maior número de aplicações, os idosos com 60 anos ou mais somam 803.032 doses, o equivalente a 35% do total estimado para esse grupo, que é de 2.380.658 pessoas.
As crianças com idade entre seis meses e menos de seis anos registraram 96.610 aplicações, o que representa 14,5% da meta de 662.692. Entre as gestantes, 24.485 receberam a vacina, correspondendo a 29% das 84.055 previstas.
Outros grupos prioritários também apresentam adesão parcial. Pessoas com doenças crônicas totalizam 132.731 doses aplicadas, enquanto trabalhadores da saúde somam 119.668. Já entre profissionais da educação, foram registradas 27.295 aplicações.
Segundo a Secretaria Estadual da Saúde, mais de 1,7 milhão de vacinas já haviam sido encaminhadas aos municípios gaúchos até o último levantamento divulgado no início do mês. Para esta quarta-feira (29), está prevista a chegada de mais 51 mil doses ao Estado.
Inicialmente, a remessa era aguardada para segunda-feira (27), mas a distribuição aos municípios deverá ocorrer a partir de quinta-feira (30), conforme cronograma informado pela pasta estadual.
Além disso, o governo federal autorizou o envio adicional de 404 mil doses ao Rio Grande do Sul. No entanto, ainda não há confirmação sobre a data de entrega, pois o transporte depende da logística da empresa responsável.
A campanha segue voltada aos grupos definidos pelo Ministério da Saúde, entre eles idosos, crianças pequenas, gestantes, puérperas, pessoas com comorbidades, profissionais de áreas essenciais e demais categorias prioritárias.
As autoridades de saúde orientam a população a procurar os postos de vacinação e reforçam medidas preventivas contra doenças respiratórias, como higienização frequente das mãos, ventilação de ambientes e redução do contato com pessoas sintomáticas.
Comentários: