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Domingo, 19 de Abril 2026

🚘 Transporte e Veículos

Expresso Rio Guaíba está entre as empresas afetadas com a nova licitação de transporte público

Metroplan pretende abrir processo licitatório em 2020

Pedro Molnar
Por Pedro Molnar
Expresso Rio Guaíba está entre as empresas afetadas com a nova licitação de transporte público
Divulgação/Diário do Transporte
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A Fundação Estadual de Planejamento Metropolitano e Regional (Metroplan), responsável pela gestão do transporte público de ônibus em 34 cidades da Região Metropolitana de Porto Alegre, anunciou que pretende licitar transporte de passagem em 2020. Hoje são quase 400 mil passageiros transportados por dia em 900 linhas de ônibus.  Entre os municípios, está o serviço de mobilidade urbana da Expresso Rio Guaíba, que presta o serviço para Barra do Ribeiro, Guaíba, Eldorado do Sul e Porto Alegre. As informações são do Jornal do Comércio.

Segundo o site de Metroplan, os estudos, que iniciaram em 2018, estão sendo desenvolvidos pela empresa Logit Engenharia Consultiva Ltda, e foram divididos em cinco etapas e incluem pesquisas junto aos usuários: modelos geoespacial, operacional, institucional, de gestão e controle, de bilhetagem eletrônica e tecnologias aplicadas, tarifário, de gestão e de ação. Conforme o superintendente da Fundação, Rodrigo Schnitzer, este planejamento servirá como um marco regulatório para a licitação das concessões dos serviços de transporte metropolitano.

O QUE DIZ A EXP. RIO GUAÍBA

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A Expresso Rio Guaíba presta o serviço de ligação de Guaíba à Porto Alegre, desde 1961, com 560 colaboradores. De acordo com o diretor Flávio Piccoli, a empresa primeiramente vai fazer um estudo sobre o processo licitatório: “não podemos dizer ainda se a empresa vai concorrer ou não, temos que analisar os pedidos, ver as garantias e se vamos nos  adequar ao documento proposto”. O gestor conversou com equipe do GO nesta segunda-feira (1).

QUEDA NO NÚMERO DE PASSAGEIROS

Conforme o Jornal, no plano, foi possível identificar queda no uso do sistema, associada à concorrência de aplicativos de transporte, por exemplo, o que ocorre na Capital, e sobreposição de linhas. “A Fundação busca, assim, não apenas cumprir com a responsabilidade em propor a licitação do transporte público coletivo metropolitano de passageiro, mas exercer, com transparência e participação de todos os municípios, a sua obrigação de promover um transporte de qualidade, eficiente, moderno e planejado que respeite o interesse público e a comunidade a que serve”, diz Schnitzer.

 

 

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