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Terça-feira, 05 de Maio 2026

🏥 Saúde

Comissão será formada para levar proposta emergencial da saúde ao governo do RS

Após reunião com prefeitos e representantes hospitalares, lideranças propõem programa que prevê R$ 1,5 bilhão para reforçar o SUS no estado. A medida visa aliviar a situação crítica dos hospitais e ampliar o atendimento na rede básica e pré-hospitalar. Comissão será definida na quarta (28) e deve apresentar plano até o dia 3 de junho ao comitê gestor estadual.

TVGO - Redação
Por TVGO - Redação
Comissão será formada para levar proposta emergencial da saúde ao governo do RS
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Lideranças da saúde pública no Rio Grande do Sul deram um importante passo na tentativa de conter a crise enfrentada por hospitais da rede pública. Em reunião realizada nesta segunda-feira (26), em Porto Alegre, foi proposta a criação de um programa estadual emergencial para reforçar o financiamento dos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS) no estado.

Organizado pelo presidente do Grupo Hospitalar Conceição, Gilberto Barichello, o encontro reuniu representantes de hospitais e das prefeituras da Região Metropolitana por meio da Granpal (Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Porto Alegre) e da Famurs.

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Durante a reunião, Barichello apresentou a proposta do programa “Previne e Cuida Mais RS”, que prevê o uso de R$ 1,5 bilhão do Fundo do Plano Rio Grande (Funrigs) para recuperar e ampliar os atendimentos, com foco na atenção básica e nos serviços pré-hospitalares.

Marcelo Maranata, presidente do Consórcio Granpal, reforçou a importância da permanência dos recursos. “Precisamos de um investimento com custeio garantido. Estamos falando da atualização do teto MAC, da tabela SUS, e da obrigatoriedade do Estado aplicar no mínimo 12% na saúde. Só aí já falamos de um bilhão e meio de reais somados entre Estado e União.”

Ficou definido que na próxima quarta-feira (28) será formada uma comissão responsável por formalizar a proposta e apresentá-la ao comitê gestor do governo estadual até o dia 3 de junho. O comitê é composto pelo governador e vice-governador, além de representantes da Casa Civil, secretarias de Planejamento e Reconstrução, Procuradoria-Geral do Estado e equipe de comunicação.

Apesar de reconhecerem a importância do aporte financeiro, os participantes destacaram que o problema é estrutural. “Os recursos vão ajudar, mas são paliativos. O verdadeiro problema está no descompasso entre o baixo financiamento e os altos custos dos serviços”, afirmou André Brito, presidente da associação.

FONTE/CRÉDITOS: UffiziCom/Divulgação

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