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Sábado, 30 de Maio 2026
🚔 Segurança e Justiça

Justiça revoga prisão de professor de Direito investigado por crimes sexuais em Porto Alegre

Conrado Paulino da Rosa foi preso em setembro; defesa alegou ausência de novas diligências e violação do direito de acesso aos autos

TVGO - Redação
Por TVGO - Redação
Justiça revoga prisão de professor de Direito investigado por crimes sexuais em Porto Alegre
Reprodução/Redes sociais
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A Justiça revogou a prisão temporária do professor de Direito e advogado Conrado Paulino da Rosa, investigado por suspeita de crimes sexuais em Porto Alegre. A decisão, proferida a pedido da defesa, permitiu que ele deixasse o presídio na manhã da quarta-feira (22). A prisão havia ocorrido em 26 de setembro, e as investigações abrangem denúncias de fatos ocorridos entre 2013 e 2025.

Segundo a Polícia Civil, ao menos 12 mulheres registraram ocorrência e prestaram depoimento relatando condutas de natureza sexual atribuídas ao investigado. Por envolver possíveis crimes sexuais, a corporação não fornece detalhes, mas confirma a existência de relatos semelhantes entre as denúncias. As supostas vítimas serão submetidas a perícia psicológica.

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Conrado Paulino da Rosa lecionava na Fundação Escola Superior do Ministério Público (FMP), onde atuava como professor e coordenador de cursos de pós-graduação. Ele também presidiu a seção gaúcha do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM-RS) e é autor de publicações jurídicas sobre o tema. Sua demissão da instituição ocorreu em setembro, após o início da apuração policial.

Em nota, a defesa afirmou que não havia diligências pendentes que justificassem a continuidade da prisão e que houve dificuldades de acesso ao inquérito. Também informou que análises toxicológicas realizadas apresentaram resultados negativos. A defesa destacou ainda preocupação com o vazamento de informações e reafirmou confiança na inocência de Conrado, que, segundo a nota, será demonstrada no curso do processo judicial.

Por outro lado, as mulheres que apresentaram denúncias manifestaram, em nota, descontentamento com a decisão de soltura, afirmando que a medida reforça um histórico de impunidade em casos de violência contra mulheres. O grupo disse que seguirá acompanhando o andamento do processo e cobrando a responsabilização do acusado.

As investigações continuam sob responsabilidade da Polícia Civil, que ainda não informou se novas medidas serão adotadas no inquérito.

A Justiça revogou a prisão temporária do professor de Direito e advogado Conrado Paulino da Rosa, investigado por suspeita de crimes sexuais em Porto Alegre. A decisão, proferida a pedido da defesa, permitiu que ele deixasse o presídio na manhã desta quarta-feira (22). A prisão havia ocorrido em 26 de setembro, e as investigações abrangem denúncias de fatos ocorridos entre 2013 e 2025.

Segundo a Polícia Civil, ao menos 12 mulheres registraram ocorrência e prestaram depoimento relatando condutas de natureza sexual atribuídas ao investigado. Por envolver possíveis crimes sexuais, a corporação não fornece detalhes, mas confirma a existência de relatos semelhantes entre as denúncias. As supostas vítimas serão submetidas a perícia psicológica.

Conrado Paulino da Rosa lecionava na Fundação Escola Superior do Ministério Público (FMP), onde atuava como professor e coordenador de cursos de pós-graduação. Ele também presidiu a seção gaúcha do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM-RS) e é autor de publicações jurídicas sobre o tema. Sua demissão da instituição ocorreu em setembro, após o início da apuração policial.

Em nota, a defesa afirmou que não havia diligências pendentes que justificassem a continuidade da prisão e que houve dificuldades de acesso ao inquérito. Também informou que análises toxicológicas realizadas apresentaram resultados negativos. A defesa destacou ainda preocupação com o vazamento de informações e reafirmou confiança na inocência de Conrado, que, segundo a nota, será demonstrada no curso do processo judicial.

Por outro lado, as mulheres que apresentaram denúncias manifestaram, em nota, descontentamento com a decisão de soltura, afirmando que a medida reforça um histórico de impunidade em casos de violência contra mulheres. O grupo disse que seguirá acompanhando o andamento do processo e cobrando a responsabilização do acusado.

As investigações continuam sob responsabilidade da Polícia Civil, que ainda não informou se novas medidas serão adotadas no inquérito.

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