Na manhã do dia 20 do mês passado, uma mulher acordou às 7h30 e, após amamentar o bebê, foi trocá-lo quando percebeu uma mancha escura na fralda. Inicialmente, pensou que fosse apenas um algodão sujo, mas ao olhar mais de perto, suspeitou que se tratava de um camundongo preso sob a primeira camada de tecido da fralda descartável — o que gerou grande repercussão nas redes sociais.

Imediatamente, a mãe procurou a polícia e registrou um boletim de ocorrência na Delegacia do Consumidor. A fralda foi apreendida para análise pericial, e o caso passou a ser investigado pelas autoridades competentes. Na época, a Secretaria Estadual da Saúde informou que a responsabilidade pela fiscalização da fábrica seria da Vigilância Sanitária estadual.
Entretanto, o laudo da Polícia Técnico-Científica do estado do Rio de Janeiro foi concluído e confirmou que o objeto não era um camundongo, como inicialmente suspeitado. Segundo o documento, tratava-se de um adesivo presente na própria composição da fralda, não representando risco à saúde.

A fabricante Softys do Brasil, responsável pelo produto, divulgou nota oficial afirmando que está em contato com a consumidora e colaborando com as autoridades. A empresa reforçou seu “compromisso com a segurança, a transparência e o respeito aos consumidores que confiam em seus produtos”.