Aguarde, carregando...

Sábado, 13 de Junho 2026
Carregando jogos...
🚔 Segurança e Justiça

Suposta psicóloga atuava há 3 anos em Guaíba, Porto Alegre e Canoas sem diploma nem registro

Receituários, agendas e carimbos foram apreendidos em operação que investiga fraude e uso indevido de identidade profissional

TVGO - Redação
Por TVGO - Redação
Suposta psicóloga atuava há 3 anos em Guaíba, Porto Alegre e Canoas sem diploma nem registro
Divulgação/Polícia Civil
IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

Consultórios localizados em Guaíba, Porto Alegre e Canoas foram alvos de mandados de busca e apreensão cumpridos pela Polícia Civil na terça-feira (15), durante a Operação Superego. A ação tem como foco a investigação de uma mulher de 33 anos suspeita de atuar como psicóloga sem possuir formação completa nem registro no Conselho Regional de Psicologia.

Segundo a apuração da 3ª Delegacia de Polícia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPPCA), em conjunto com a Delegacia de Polícia de Ivoti, a mulher realizava atendimentos há cerca de três anos em diversos espaços nas três cidades, direcionados especialmente a crianças e adolescentes com transtornos como autismo e TDAH.

Leia Também:

Durante a operação, foram apreendidos documentos relacionados ao exercício da atividade, como receituários, recibos, carimbos e até um canudo falso de formatura. A suspeita, que iniciou um curso de Psicologia sem concluir, utilizava o registro de uma profissional de Ivoti para atender os pacientes.

Os primeiros indícios surgiram em maio, após a dona do registro procurar a polícia. Em junho, uma denúncia de uma mãe à DPPCA revelou que a filha vinha sendo atendida pela mesma mulher, levantando dúvidas sobre a autenticidade do registro profissional.

A mulher também utilizava redes sociais para divulgar serviços, anunciando especialização em áreas como neuropsicologia, TEA e neurodisfunções. Em pelo menos três casos, famílias procuraram a polícia após suspeitas sobre os atendimentos.

Em Guaíba, Porto Alegre e Canoas, a Polícia Civil agora busca identificar outros possíveis pacientes atendidos nos consultórios. As agendas, recibos e demais documentos apreendidos estão sendo analisados para apurar a dimensão da atuação.

Pessoas que tenham sido atendidas pela suspeita, ou que reconheçam a situação, podem registrar ocorrência na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento da Divisão Especial da Criança e do Adolescente (Deca), localizada na Avenida Augusto de Carvalho, nº 2000, bairro Praia de Belas, em Porto Alegre, ou ainda em qualquer delegacia ou pela Delegacia Online.

A apuração envolve suspeitas de falsidade ideológica, exercício ilegal da profissão e estelionato. O inquérito policial está em andamento.

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR